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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Na mão: o Android Motorola Spice

Mais um fruto da linha de Androids da Motorola, o Spice traz alguns recursos para apimentar a versão 2.1 do sistema operacional. Ele é membro da categoria de smartphones básicos com teclado físico, como os recentes Flipout, MB502 e Backflip.
Já tínhamos posto as mãos no aparelho em outubro, quando a Motorola lançou também o Milestone 2. Agora que ele chegou ao INFOlab, porém, deu para dar uma olhada em seu principal diferencial: o aplicativo Flashback. É inevitável a comparação com o Timescape, da Sony Ericsson. Ele organiza em uma linha do tempo de aspecto futurista as últimas ações executadas no smartphone, como fotos, fazer e receber chamadas e as atualizações dos seus amigos nas redes sociais.
Além de mostrar atualizações, dá para interagir com elas pelo próprio aplicativo. Clicando nas últimas fotos feitas, é possível abrir a galeria e compartilhá-la por redes sociais, mensagem ou e-mail (aí sim o aplicativo redireciona o usuário para o Facebook ou Gmail, por exemplo). Ao clicar nas últimas chamadas, é possível escolher pela interface se você vai ligar de volta ou enviar um SMS. Já para novidades do Facebook, por exemplo, a única alternativa é clicar na própria atualização e ir para a página da rede social, isto é, não é possível escolher responder, curtir etc do próprio Flashback.
Tirando isso, o Spice tem a diferença de unir o formato slide com teclado QWERTY e aquele touchpad atrás, para usar com o dedo indicador. Ele permite mudar de páginas com rapidez e acionar um cursor sem que seu dedo obstrua a visão da tela. Apesar de parecer interessante, admitimos que, pelo menos para nós, é bastante difícil se acostumar com ele e achá-lo mais eficiente ou intuitivo que o velho e bom toque na tela.
Falando em tela, a do Spice tem uma resolução que não é de cair o queixo, mas preenche bem o espaço de 3 polegadas, uma melhora em relação aos formatos quadrados do Flipout e do MB502. Já o teclado tem teclas que parecem muito apertadas, mas estão em relevo e têm boa resposta ao toque: erros na digitação não são muito frequentes.
Um ponto negativo é a construção do aparelho. Embora muito sólido e bem acabado por fora, por dentro ele não merece muitos elogios. É preciso tirar a tampa para acessar o microSD, que fica num slot em cima do cartão SIM. Ou seja, para trocar de chip, também é preciso ficar mexendo em travas do microSD. E não queremos ser chatos com o smartphone, mas também foi bem difícil remover a bateria, já que a presença do touchpad traseiro obrigou os outros componentes a ficar apertados embaixo dele.
Como muitos smartphones básicos, ele tem uma câmera no degrau dos 3,2 megapixels e tem o benefício de vir com aGPS, além do Wi-Fi e do 3G. Tem preço sugerido de 799 reais. Mais especificações aqui.

Créditos ao Gadgets Infco

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Primeiras impressões: Macworld testa o MacBook Air de 11,6"

Primeiras impressões: testamos o MacBook Air de 11,6"

Confira, em ação, alguns recursos do novo aparelho, que foi anunciado recentemente pela Apple e já esta à venda no Brasil





O evento “Back to the Mac”, realizado ontem, 20/10, nos EUA, foi uma espécie de furacão. A quantidade de novidades reveladas pela Apple foi impressionante: uma amostra do novo sistema OS X, uma nova loja de aplicativos para Mac, anúncio do beta público do FaceTime para Mac e de dois novos modelos do portátil MacBook Air (já à venda no Brasil).
É muita coisa para se processar em apenas um dia. Por isso, vamos começar conhecendo um pouco mais do novo Air de 11 polegadas, o menor notebook da companhia, desde os dias do PowerBook de 12 polegadas.
O PowerBook de 12” já era bastante portátil. Mas o novo Air de 11 polegadas deixa esse sistema comendo poeira, sendo mais fino e com metade do peso, 2,08kg, contra 1,04 kg.
Basta dizer que há um novo notebook Mac que reina supremo como o menor de todos. Mas como é o desempenho desse novo compacto? Veja abaixo os primeiros testes que realizamos com o novo e ultrafino Air de 11 polegadas. Nas próximas semanas teremos um review completo, com os resultados do pacote de testes Speedmark.
Características físicas
Fora de contexto você não notaria muita diferença no novo Air. É um notebook moderno da Apple, com corpo em monobloco de alumínio e logo branco da “maçã”. Mas pense que esse aparelho não é muito maior que um iPad. A maior diferença estética entre o Air e a maioria dos outros modelos de notebooks atuais da Apple é a falta da cobertura completa de vidro e o canto preto na tela dos MacBook Pros; em vez disso, é uma versão prata da linha branca do MacBook. Em outras palavras, o mesmo visual presente desde o início da família Air.
Os modelos originais do Air tinham suas portas escondidas atrás de uma porta flip-down; mas isso acaba com o design mais enxuto dos novos modelos do Air. E, em vez de apenas uma entrada USB, agora temos duas (2.0), sendo uma de cada lado. Na lateral esquerda do novo modelo de 11” há uma porta de energia MagSafe, ao lado do USBm e uma entrada de fone de ouvido do outro lado.

macbookair01.jpg
Cada vez mais portátil: parte mais fina do novo Air tem cerca de 3 mm, contra 1,7cm da mais grossa
Um ponto negativo é que o modelo de 11” não possui leitor de cartão SD, presente apenas em seu "irmão maior", de 13 polegadas. Os novos Airs irão detectar e usar o microfone que vem junto com seus fones de ouvido (outros modelos de MacBook já faziam isso, mas não o Air).  Próximo à porta USB do lado direito do aparelho há uma Mini DisplayPort. O notebook suporta telas externas com resoluções de até 2560x1600 pixels.
Quanto à tela de 11,6 polegadas em si, ela é um modelo de LED-backlit com 1366 pixels horizontais e 768 na vertical. Em outras palavras, é a versão com aspect ratio 16:9 (proporção de tela) de uma tela de 1024x768 pixels.  E isso é realmente um pouco apertado.
Além disso, lembre-se que essa nova tela está colocando todos esses pixels em um espaço de monitor de 11,6 polegadas. Isso significa que ela possui uma resolução de cerca de 135 pixels por polegada (ppi), comparável ao iPad ou as opções de alta resolução  oferecidas em alguns modelos do MacBook Pro. E muito mais do que você encontra em um iMac de 27 polegadas (com 109 ppi) ou em um MacBook (113 ppi). Como a interface do Mac OS X não possui resolução independente, o resultado é que tudo na tela do Air parece um pouco menor do que na maioria dos outros Macs.
O teclado do novo Air felizmente continua igual ao do seu modelo anterior, do MacBook, do MacBook Pro e até mesmo aos modelos USB e Bluetooth de teclados externos da Apple. Ou seja, com tamanho completo e do mesmo jeito que você os conhece. A companhia de Steve Jobs agiu de maneira correta ao não comprometer o espaço do teclado, como em muitos netbooks atuais.
O que a Apple fez é reduzir os espaços ao redor do teclado, para tirar um pouco da largura do notebook. Isso também diminuiu a altura das teclas da primeira fileira (as teclas de funções, mais a barra de espaço e o novo botão de energia, que agora se parece com uma tecla normal e está localizado no canto superior direito do teclado). E a iluminação backlighting das teclas faz parte do passado.
A grande mudança, ao menos em comparação aos modelos anteriores do Air, é que as novas versões da linha finalmente adaptaram a tecnologia de trackpad de vidro, que foi adicionada aos MacBook Pro há dois anos. E ela parece e funciona exatamente como você esperaria. Apesar de o Air possuir apenas cerca de 3 mm de altura na borda que contém o trackpad, ele ainda permite usar essa superfície sem problemas.
Finalmente, um dos principais problemas do modelo anterior do Air era o seu único alto-falante mono colocado abaixo do lado direito do teclado. A boa notícia é que o novo aparelho possui alto-falantes estéreo.  Eles não vão vencer nenhum prêmio ou coisa do tipo, mas o som é infinitamente superior em comparação ao seu antecessor.
macbookair02.jpg
Steve Jobs apresenta novo Air durante evento "Back to the Mac", realizado ontem, 20/10, nos EUA
Velocidade e outros recursos
Após  algumas horas usando o MacBook Air de 11 polegadas, é difícil fazer julgamentos sobre o quão rápido ele realmente é. Podemos dizer que apesar de o modelo testado ser equipado com um processador Core 2 Duo de 1.4GHz, da Intel, o notebook teve uma ótima resposta. O fato é que tarefas básicas como navegar na web e escrever não irão sobrecarregar nenhum processador moderno. A adição da placa gráfica GeForce 320M, da Nvidia, certamente ajuda as coisas a andarem.
Os principais resultados precisarão esperar pelos testes do Macworld Lab. Mas se você está impaciente por mais informações, é bom saber disso: o Air provavelmente será muito mais lento do que outros sistemas Mac. Se você quiser editar vídeos ou várias faixas de áudio nesse pequeno computador, irá enfrentar problemas de velocidade. Essa é apenas uma das concessões  que é preciso fazer quando se muda para um notebook pequeno, e elas são ainda maiores com o ultrafino Air de 11 polegadas.
Fiz alguns testes para assistir a vídeos nesse Air – um típico e grande problema da linha. Consegui realizar streaming de um episódio do seriado “Terriers”, a partir do serviço Hulu, sem qualquer tipo de problema. O capítulo foi reproduzido sem acelerar e “derrubar” alguns frames (um típico sinal de um MacBook Air superaquecido e lutando para funcionar no passado).
O novo Air definitivamente esquentou enquanto assistia ao clipe, e seu cooler entrou em cena – apesar de que, honestamente, foi preciso quase colocar o ouvido na traseira do aparelho para conseguir realmente escutar o barulho. Além disso, reproduzir vídeo H.264 foi algo muito mais suave do que nos modelos anteriores do Air – e de novo, isso provavelmente se deve a presença da já citada placa gráfica da Nvidia.
A Apple tem falado muito sobre o fato de esses novos MacBook Airs possuírem tecnologia “instant on”. Ainda não tive a chance de realizar muitos testes sobre isso, mas parece que o que a companhia tem falado é sobre o novo modo de economia de energia.
Após ficar adormecido por um tempo, o notebook muda para modo standby de “supereconomia de energia” que permite à bateria durar por até 30 dias. E, segundo a empresa, quando você abre o aparelho de novo, ele não te mostra uma barra de carregamento – em vez disso, ele volta a funcionar diretamente.
A nova linha do Air já está disponível para venda no Brasil com os seguintes preços: modelo de tela de 11,6 polegadas e 64 GB (3.199 reais); 11,6'' e 128 GB de armazenamento (3.799 reais); 13'' e 128 GB (4.599 reais) e 13'' com 256 GB de armazenamento (5.699 reais).

Créditos e agradecimentos: Macworld

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Review Apple MacBook unibody



Era inevitável que a Apple pegaria seu know-how em fabricação inteiriça (unibody) dos seus MacBook Pros e a concentraria na linha de MacBooks. Nós só não esperávamos é que o novo MacBook fosse tão atraente quanto o Pro de 13”.

É basicamente um MacBook Pro branco
Para ilustrar quão bons são as entranhas do MacBook, basta compará-lo com o MacBook Pro atual de 13”. Ambos têm Core 2 Duo de 2,26GHz com 3MB L2 cache, um barramento frontal de 1066MHz e 2GB de RAM padrão. Ele também possui um display com LED de iluminação traseira bastante semelhante, o que elimina o problema de ângulo de visão estreito que tanto reclamamos na primeira geração de MacBooks inteiriços, e ambos agora têm a mesma razão de contraste. A única diferença é que o Pro possui uma gama de cores 60% maior.


O novo corpo
As arestas arredondadas e número reduzido de juntas fazem o novo MacBook parecer um marshmallow esmagado. Um marshmallow brilhante e com fundo de borracha. É um formato imediatamente mais chamativo que a geração anterior de MacBooks brancos, marcando o fim da transição de laptops Apple para a construção inteiriça. O fundo de borracha é também bastante satisfatório, tanto no fato de se agarrar melhor às superfícies para não escorregar quanto ao material mais agradável à sua coxa quando a máquina esquenta. O corpo todo é mais sólido graças a uma folha de alumínio e a uns apoios mais estruturais encontrados no desmonte.



Fora isso, há diversas outras pequenas modificações no design das quais você gostará. O trackpad é agora do tipo padrão multitoque de vidro encontrado nos Pros, a tela possui um chanfro mais proeminente e o iSight é circular em vez de quadrado. O layout do teclado é o mesmo, mas as teclas de atalho foram atualizadas para os últimos padrões. Ele também vem com o novo adaptador de energia de 60W da Apple, que possui uma entrada que se parece mais com a do MacBook Air do que qualquer um dos carregadores anteriores.



Em geral, a qualidade do corpo é mais sólida e mais “Pro” do que já foi, mesmo considerando que o material é policarbonato em vez de alumínio. É como trocar de um VW Gol para um Golf – não é luxo, mas é uma diferença notável.



Comparando o MacBook inteiriço de alumínio de 13” de 2008 com o MacBook Pro inteiriço de alumínio de 13” e com o MacBook de 13” de agora você vê que não há grande diferença entre os três modelos. As pequenas discrepâncias caem dentro da margem de erro e algumas mudanças talvez possam ser atribuídas ao fato de as duas primeiras máquinas estarem rodando Leopard, ao passo que a máquina que temos agora roda o Snow Leopard.
O ponto é: este MacBook não é de fato tão mais rápido ou mais lento que o do ano passado.



Assim como a transição para baterias insubstituíveis aumentou o tempo de funcionamento do MacBook Pro, esta mesma transição também beneficiou o MacBook. Exceto pelo fato de não haver exibição de bateria externa nesta unidade por algum motivo desconhecido e não haver porta infravermelha para Apple Remotes.
O novo MacBook operou por 4 horas e 12 minutos, mais tempo do que os dois MacBook Pros mais recentes, usando a mesma medição que usamos antes: Wi-fi ligada, luz traseira do teclada acesa com potência baixa, reprodução de filme H.264 sem parar. Nas situações cotidianas, este tempo de duração da bateria só tendo a ficar melhor, afinal, o nosso teste puxa bastante do processador.
O que também é interessante, de acordo com o desmonte, é que a bateria possui apenas 60Wh em relação às 55 do antigo, porém mesmo assim consegue durar muito mais tempo. Isto provavelmente tem algo a ver com as otimizações feitas pela Apple, não apenas porque possui uma bateria mais gorda.

Alguns problemas novos

• Uma consequência de possuir um corpo melhorado e inteiriço é que você não pode mais substituir a bateria sozinho. Isto também significa que o tempo de duração da bateria nativa será maior, conforme demonstrado no teste acima. De fato, diferentemente das máquinas Pro nas quais as pessoas realmente gostariam de trocar baterias para poderem usá-las por mais tempo na rua, uma bateria interna melhorada será plenamente suficiente para a maior parte dos usuários comuns.
• Por algum motivo, a Apple decidiu tornar toda a área ao redor do teclado tão brilhante quanto a casca externa, o que significa que os seus punhos ficarão mais grudentos enquanto você digita. Não é grande coisa, mas é menos utilizável comparando com as gerações passadas ou com a linha MacBoook Pro.
• Novamente, assim como o Magic Mouse, o policarbonato (plástico) branco se arranhará facilmente e estes arranhões ficarão visíveis a certos ângulos. Isto em nada diminui o desempenho dos aparelhos, mas é um incômodo se você é do tipo cuidadoso com as suas coisas.



Onde é que nós ficamos?

Este exato momento é a breve janela durante a qual os MacBooks acabam de ser melhorados nas especificações de forma a se equipararem com os MacBook Pros low-end, assim os MacBook Pros terão espaço para crescer sem deixar todas as máquinas de nível básico muito pra trás. Se você está a fim de um MacBook, esta talvez seja a melhor hora para você comprar e se sentir bem com a sua compra, sabendo que você terá o mesmo desempenho de um máquina que custa 200 dólares a mais (lá fora).
Mas tenha em mente que este desenvolvimento basicamente significa que os MacBook Pros ganharão os processadores i7 e Core i5 em algum ponto do ano que vem.

A fabricação inteiriça era um upgrade inevitável à linha MacBook, além de ser uma que traz muito mais benefícios do que problemas. Não deve haver uma mudança muito drástica no design do MacBook tão cedo, então exatamente agora é provavelmente o momento mais longe possível da próxima geração.

O que ficou de bom... e de ruim também:

Bom - Fabricação inteiriça em policarbonato dá boa sensação e tem ótima aparência
Bom - Possui basicamente as mesmas especificações que o MacBook Pro de 13”, então você estará fazendo um bom negócio
Bom - Finalmente ganha coisas do Pro como trackpad multitoque de vidro
Ruim - Área brilhosa para os punhos é um tantinho mais grudenta do que deveria ser
Ruim - Não dá pra trocar bateria, mas pelo menos ela dura mais tempo
Ruim - Não tem mais porta firewire

Também em Gizmodo Brasil

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sábado, 18 de julho de 2009

Hands on! Um review para o BlackBerry Curve 8900



A Research in Motion adicionou este ano o mais discreto dos smartphones com full Qwerty à sua linha: o BlackBerry Curve 8900. O aparelho é leve, não faz volume no bolso e é discreto, mas está longe de ser um smartphone simples. Design melhorado, sistema operacional moderno, multitarefa — mas falta o 3G. Testamos o aparelho por duas semanas para ver se ele realmente merece a fama, ou se é só para entusiastas da frutinha (a Blackberry, no caso).

O aparelho

O Curve pesa apenas 110 gramas, pouco para um BlackBerry, e é o mais fino smartphone lançado pela RIM até agora: 13,5 mm. O visual do Curve 8900 recebe algumas melhorias vistas no BlackBerry Bold: as teclas levemente inclinadas, para ajudar na digitação, e o botão para travar o teclado, na parte de cima — chega de caçar o cadeado no menu! A trackball foi renovada: está menor e menos solta que nos modelos anteriores.



Teclado

É possível digitar com uma só mão no Curve, mas vê-se que ele foi feito para usar as duas: a digitação fica muito mais eficiente usando as duas mãos. As teclas são duras e pequenas, não grandes e de borracha como no Bold, mas tive poucos problemas ao digitar — e quando tive, pude contar (quase sempre) com a correção automática.

O teclado, aliás, parece um pouco solto: empurre para cima e para baixo, e ele se move com certa facilidade. A tampa traseira, pouco fixa, pode incomodar. Isso me desanimou um pouco, em nenhum dos meus dumbphones acontece isso. Mas demorei para perceber isso, e não ligo mais.

Tela

Quanto à tela, o Curve impressiona: com resolução 480x360 (half VGA), as cores são vivas e têm bom contraste — é um prazer olhar para a tela do Curve. A iluminação da tela, no entanto, prejudica um pouco essa experiência: a luz muda automaticamente, às vezes fica fraca demais, às vezes muito forte, e não dá pra controlar.

Bateria

A duração da bateria é boa — para um smartphone: sempre durou pelo menos um dia com uso intenso e Wi-Fi ligado, e quatro dias com pouco uso. A bateria duraria menos se o Curve tivesse 3G — mas ele não tem. A RIM deixou a conexão em 3G para o Bold.

Conectividade

O Wi-Fi compensa um pouco a ausência do 3G: mesmo com sinal fraco, as páginas carregam rápido e o serviço não sofre instabilidade. No entanto, se você não puder acessar uma rede sem fio onde você estiver, azar. E o Bluetooth é ótimo para enviar arquivos; receber, nem tanto — não consegui receber nada via Bluetooth, mesmo emparelhando ou configurando o Curve para ouvir outros aparelhos.

Aliás, faz muita falta um gerenciador de arquivos no Curve: com cartão de memória de 1GB, senti-me compelido a levar de tudo no aparelho — só foi difícil achar os arquivos sem abrir o programa correspondente antes. E a conexão com o PC é meio desajeitada: o gerenciador de arquivos no computador é complicado de usar. Mas, como o Curve é visto como um pendrive depois de instalado os drivers do aparelho, basta acessá-lo pelo Windows Explorer.

Internet

O navegador do BlackBerry é razoável: abriu direito as três páginas de teste (Google, Terra e Giz), mas não roda bem Javascript nem possui Flash.

Para ver uma parte da página, basta dar zoom clicando com a trackball. No Terra e no Giz, a navegação com zoom não é fluida: role a trackball para baixo e o Curve não responde, ou rola para baixo mas não mostra nada — e depois renderiza a página. E se você vai para baixo e depois volta para cima, o Curve renderiza aquela parte da página de novo. Mas, em páginas pequenas (como no Google ou no Terra Mobile), a navegação é boa.


O tempo de carregamento muda bastante com EDGE e com Wi-Fi. Nos testes que fizemos — carregar 3 vezes cada página, Javascript desligado, mostrando imagens, limpando o cache a cada visita —, as páginas carregam até três vezes mais rápido por Wi-Fi que pela internet 2G. Esperar mais de um minuto pra começar a ler o Giz… melhor desligar as imagens! E nem pense em ligar o Javascript: esperei 2min15s para carregar o portal Terra em EDGE e a os scripts nem funcionaram.

Claro, tudo depende da operadora e da intensidade do sinal (tanto do celular como do Wi-Fi). Mas não espere carregamento super-rápido de rede 3G, mesmo no Wi-Fi.



Sistema operacional atualizado

O BlackBerry OS recebe um visual moderno, com ícones maiores e fonte padrão melhorada: não cansei ao ler e-mails longos, como acontecia no BlackBerry Curve 8300. E, com a nova cara, não parece que você está usando um smartphone de 2005.

E-Mail e messaging


E o e-mail, principal função do BlackBerry? É relativamente fácil de configurar: com poucos cliques e inserindo login e senha, você passa a receber e-mails rapidamente. Não há muita novidade neste departamento, além de e-mails em HTML e uma fonte muito melhor para ler. Usei uma conta do Gmail, e não tive grandes problemas: o único inconveniente foi receber e-mails que arquivo por padrão na caixa de entrada do Curve. Os chats do Google Talk e do Windows Live Messenger aparecem junto aos e-mails, então não precisa caçar o programa para ver se chegou mensagem.



Multimídia


O BlackBerry geralmente é pouco usado para funções multimídia — e com motivo: a qualidade do som não se destaca no Curve, nem no alto-falante, nem nos fones de ouvido. Os vídeos, no entanto, aproveitam a tela brilhante do Curve. A câmera, de 3.2 MP com flash e autofoco, tira fotos razoáveis, nada melhores que meu dumbphone Sony Ericsson W302 com câmera de 2MP (compare: foto do Curve x foto do W302). O botão para acesso à câmera requer pressão para funcionar, talvez para evitar que seja ativada por acidente — você pode interromper o que está fazendo, tirar fotos e voltar ao trabalho.

Multitarefa e aplicativos

E quanto à multitarefa, o BlackBerry dá um show: permite rodar mais de um programa por vez, e não perde velocidade mesmo com vários rodando. Deixo abertos 7 programas enquanto escuto música e navego na internet pelo browser do aparelho por Wi-Fi, e o Curve continua rápido. Alternar entre os programas, no entanto, é um problema: não há jeito de saber quais programas foram deixados abertos (tal como as cartas do Palm Pre), o que pode causar desperdício de memória — e bateria.

Dos aplicativos do Curve, o destaque é o Documents to Go, para ver e editar documentos Office. A oferta de aplicativos para BlackBerry é pequena, dado que o Brasil ainda não tem acesso ao BlackBerry AppWorld. Se você quiser programas, vai ter que procurar no Google ou no BlackBerry World.

Chamadas

O BlackBerry também faz ligações! Nada excepcional; e no alto-falante o som tem um pouco de ruído. É fácil achar contatos, basta digitar o nome da pessoa na tela inicial. Chato que não dá para editar um número de telefone antes de discar: preciso digitá-lo de novo ou copiá-lo para então colar e alterar. A discagem por voz me entendeu sem falhas, tanto em casa como no meio do trânsito da Faria Lima — só tomei o cuidado de falar cada algarismo, nada de falar "oitenta vinte doze quarenta".

Outras funções

A função Pesquisar do Curve, similar ao Spotlight Search do iPhone, varre mensagens, calendário, catálogo de endereços, tarefas e mensagens do BlackBerry Messenger — mas não procura chats do GTalk ou Live Messenger, e nem busca arquivos. E o Curve tem mapas e GPS, mas não consegui usar nenhum dos dois. Tive que contar com a triangulação no Google Maps para achar onde estou.

Preço


O BlackBerry Curve 8900 tem preço salgado: sai por R$2.729,00 no pré-pago da TIM, ou R$2.179,00 no plano pós-pago de 300 minutos mais pacote de dados (megabytes ilimitados, velocidade até 300 Kbps). Na Claro, o Curve 8900 custa R$799,00 no plano de 300 minutos mais 500 MB, ou R$1.899,00 no pré-pago, bloqueado. É caro: um smartphone comparável, o Nokia E71, sai por R$1.299,00 desbloqueado. Segundo a Research in Motion, o Curve só é vendido através de operadoras — ou seja, geralmente virá bloqueado. Mas, se você curte os aparelhos BlackBerry, o Curve é uma boa pedida.

Conclusão

O Teclado full QWERTY torna fácil o trabalho de digitar (lógico) com uma ou duas mãos
e as funcionalidades de e-mail continua prático e melhor que em outros smartphones do mesmo segmento.

As facilidades multitarefa arrebentam! Só falta um gerenciador de programas abertos para gerenciarmos melhor o uso da memória do equipamento. O famoso "task manager" do win mobile, fez falta!

Para o transporte no dia-a dia o celular felizmetne não causa "efeito berinjela" na calça. Seguindo as tendências atuais, o curve tem linhas finas e discretas.

Tela é linda, mas iluminação atrapalha um pouco. Já a parte de Fotos e vídeo , não há nada de impressionante. mesmo com a câmera de 3.2MP

Como telefone, não faz nada de mais; tem boa discagem de voz, mas falta edição do número do telefone

Como assim, não tem 3G?? é impressionante como uma fábrica solta um aparelho deste porte sem suporte a redes 3G, em pleno 2009! Lamentável!

Inserir e gerenciar arquivos na memória do BlackBerry é muito complicado, (sempre foi em todos os modelos da marca, desde sempre).

Ainda não há AppWorld no Brasil

Caro, mais pra quem curte BlackBerry mesmo ou o consegue baratinho em planos corporativos ou fidelizado pelas operadoras. Pelo mesmo preço se conseguem outros modelos e marcas mais completos e simples de se manusear.



Especificações técnicas:

2G Network - GSM 850 / 900 / 1800 / 1900

Display TFT, 65K cores, 480 x 360 pixels, 2,4 poelgadas

Teclado full QWERTY e trackball

Memória microSD (TransFlash) até 16 GB

Bluetooth 2.0 com A2DP

EDGE

Wi-Fi 802.11b/g

GPS, aGPS

Câmera de 3.2 MP, 2048 x 1536 pixels, com flash e autofoco

Filma a 240 x 180 pixels

Suporta MP3, AAC, WMA, MPEG4 H.236 e DivX

Bateria de lítio de 1400 mAh (356h stand-by e 5,5h de conversação)

Comandos por voz

Dimensões e peso:

Largura: 60 mm

Altura: 109 mm

Profundidade: 113,5 mm

Peso: 110 gramas

Agradecimentos pelo conteúdo e excelente composião: Gizmodo Brasil


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segunda-feira, 22 de junho de 2009

iPhone 3G S: por dentro pacote!


A caixa do 3G S é muito parecida com a do modelo anterior, o 3 G...

Pode parecer estranho, mas a embalagem dos produtos da Apple e seus acessórios incluídos sempre exerceram um certo fascínio nos fãs dos produtos da empresa.

Como os brasileiros ainda levarão mais de um mês para por as mãos (oficialmente) no novo iPhone 3G S, lançado hoje em oito países, entre ele os Estados Unidos, vale dar uma espiada no que traz a embalagem, além de curtir o vídeo feito pela Macworld da Inglaterra:


Tudo encaixa de forma compacta, sem desperdício de espaço



Logo abaixo do aparelho, você encontra todos os acessórios essenciais do iPhone


As instruções estão armazenadas em uma espécie de carteira de papel, logo abaixo do celular. Para remover o cartão SIM, há uma pequena chave, colada no papel


Aqui está todo o conteúdo: chave para remover o cartão SIM, cabo de conexão USB, fones de ouvido com microfone e a tomada, além do celular, claro.


O aparelho é praticamente idêntico ao iPhone 3G (não tem nem um S na parte de trás)o que eu acho lamentável. Alguma indicação externa poderia ter sido pensada....



Mas tem que ter um S em algum lugar, certo? Ele está no ícone da bússola...


E aqui o aparelho em ação. Quer ver mais? Confira o vídeo do celular feito pela Macworld da Inglaterra.


Agradecimentos: Macworld Brasil

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sábado, 14 de março de 2009

Hands on HTC G1 "Google" Unboxing e primeiras impessões!


É pessoal, ele chegou! E claro, não poderia deixar passar a oportunidade de, em primeiríssima mão, trazer a vocês nossas primeiras impressões sobre este fantástico gadget que veio trazer a luz, onde só se viam Iphones.

Sim, o aparelhinho da Apple tem ameaçado seu trono com a chegada do HTC G1, com seu novíssimo e ainda inexplorado sistema Android que pelas minhas primerias impressões, tem uma interface no mínimo amigável e intuitiva.

Aí vai nosso primeiro "Unboxing" pela Agência C&T...

Um conjunto "clean"...

Após a aquisição do aparelho, restou-nos a inevitável expectativa para sua chegada com nossas primeiras impressões com ele em mãos. Confesso, não poderia ter tido uma experiência melhor. O design tanto do aparelho como de todo o conjunto me deixou sem palavras.
O modelo que recebemos é branco e todo o conjunto, como a caixa e os dispositores internos seguiram esta mesma linha. Tudo muito caprichado e desenvolvido para que o aparelho se sinta protegido durante qualquer traslado. Não há folgas que possam permitir o deslocamento do aparelho principalmente para as laterais o que faz com que ele fique sempre preso no mesmo local.







Acompanham o equipamento um fone de ouvido, adaptador para fone tipo 3,5, carregador (claro), manuais e um cabo USB para a conexão com o PC. Falando no fone de ouvido, li em um blog "por aí", que o aparelho decepcionava por não ter entrada para fone de ouvido. Bom, restou este editor dizer que não conhecia aparelhos da HTC e que o mesmo conector para o carregador, serve para utilização do fone de ouvido usando-se do mesmo conector mini USB...
Uma crítica somente eu já aproveito para fazer, sem a menor sombra de dúvida: Num conjunto todo branquinho, primando pela beleza e acabamento, tinha a HTC que enviar um fone de ouvido todo preto no conjunto??? Sinceramente, esta eu não entendi. O fone tinha que ser branco, ora bolas!!



Curvas e mais curvas...

O que me impressionou demais tendo o aparelho em mãos foi o conforto ao manuseá-lo.
As linhas do G1 são suaves, sem transmitir a impressão de ser mais um tijolão cheio de recursos.
A parte inferior da carcaça, onde estão os comandos de iniciar e terminar chamadas, retroceder no menu e o tradicional liga/desliga, tem uma leve inclinação para frente deixando o modelo bem agradável durante uma ligação

Como não se trata de um equipamento, digamos... "pequeno", este ponto torna-se importantíssimo para quem quer manter o Gadget sempre por perto, ou que, por motivos profissionais, realmente não possa se afastar do equipamento. Este ponto o G1 passou e bem pelo teste do bolso. Mesmo com seus 158 gramas, achei o aparelho gostoso de se carregar. Eu sempre tive muita desconfiança de aparelhos que mais pareciam de brinquedo tamanha a leveza. Não sei. Acho que um aparelho mais pesadinho dá maior sensação de segurança, de possuir materiais mais resistentes aos choques mais corriqueiros.




Tem teclado físico?? Tem sim senhor!!

Talvez um dos grandes incômodos para os usuários corporativos do Iphone seja a inexistência de um teclado físico para os e-mails e SMS do dia-a-dia.
Com o HTC G1 Google, "seus problemas acabaram"!
Um excelente teclado QWERTY, surge com um deslizar robótico de seu enorme e lindíssimo display de 3.2".



Diferentemente de todos os displays tipo deslizante, o Google G1 vem equipado com um dispositivo que desloca confortavelmente o display, perfazendo uma curva bem suave e confortável para cima, deixando à mostra seu excelente teclado. A digitação se mostrou confortável para se redigir aquelas mensagens rápidas ou mesmo um e-mail com um texto pouco mais completo.

O Display como não poderia deixar de ser, acompanha o movimento do aparelho instantaneamente, sem "pensar" demais e o resultado disso é um fantástico display, usando e abusando de sua resolução de 320 x 480 (HVGA):





Continua...

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Sony Ericsson Xperia X1: em review !


O Xperia X1 foi um dos aparelhos mais aguardados do ano. Apesar da extrema qualidade, possui características que fazem com ele atenda a um público bastante específico de consumidores: os caras que precisam de um aparelho bom o suficiente para trabalhar.

O hardware do X1 é bastante robusto, com slot microSD, porta mini USB, entrada para fones no padrão 3,5mm, processador de 528 Mhz, rede 3,5G, Bluetooth, WiFi, GPS, tela WVGA de 800 x 480 pixels, 256MB de RAM e 512 MB para armazenamento de arquivos. Boa parte de seu corpo é construído em metal, com apenas algumas pequenas partes em plástico. A parte traseira tem uma grande tampa em metal e as extremidades emborrachadas, o que ajuda na boa e sólida impressão que tive ao testar este celular.

O teclado possui um slider muito firme e sem folgas, mas senti um pouco de falta das teclas de acentuação e cedilha. Entretanto, ele é muito bem projetado e fica fácil de usar depois de um tempinho. Vale lembrar que digitação não é tão veloz e fluída como a encontrada no Nokia E71, com seu teclado completo em português e sugestão de palavras, que aprende as expressões que você usa com maior frequência, deixando a digitação muito mais esperta e veloz.. Mesmo assim, o tecldo do X1 é bastante razoável.



A tela é muito boa em ambientes fechados, mas nas áreas externas e com a luz do sol é praticamente impossível de ver alguma coisa! Ela possui uma resposta vibratória no Panel, quando você seleciona alguma miniatura, e o pad tem um sensor que funciona como uma espécie de mouse, mas que não apresentou muita precisão e ocasionalmente até atrapalhou um pouco o uso. Mais uma vez, o tempo de uso é fundamental para que você aprenda bem como usar. Não é exatamente intuitivo, mas fica mais fácil de usar com a prática.

O X1 vem com uma pequena canetinha Stylus. Infelizmente, ela é necessária em vários momentos, já que o Windows Mobile ainda não pode ser operado somente com os dedos o tempo todo, o que nem sempre é muito prático. O aparelho não possui acelerômetro, e a única forma de mudar a orientação da tela é abrindo o teclado físico.



Apesar de estreito, o celular é muito grosso e não passou no teste do bolso, pois na calça jeans deixa qualquer um parecendo o homem berinjela!!
Esperava um desempenho bom da câmera de 3.2 megapixels (afinal, é da Sony!), mas infelizmente não foi o que aconteceu. A velocidade de captação das imagens é lenta, as lentes são fracas e nem o foco automático conseguiu salvar as imagens, que não passavam de razoáveis na maior parte do tempo. O zoom não funciona na resolução máxima de 3m (somente com uma resolução menor), o flash é somente um led sem vergonha que pode ser ligado ou desligado (não pisca, fica ativado direto e é bem fraco), as fotos em macro são difíceis e muitas vezes saem tremidas.





Essa câmera lembra o Nokia N80, sendo que nem mesmo o foco automático conseguiu ajudar a melhorar os resultados das imagens. Os vídeos são nítidos, mas com baixa resolução - 15fps, e ainda existe ainda uma câmera frontal para vídeo conferência.

Por culpa do Windows Mobile, a interface ainda não consegue dispensar a stylus (botões muito pequenos). Em algumas operações é possível controlar e acessar as funções com as pontas dos dedos, mas na maioria das vezes isto não é possível. Aí você tem que apelar para a stylus, o que torna o uso um pouco ruim.
O Panel mostra miniaturas de vários programas e dá o acesso rápido aos mesmos com um único toque. A interface é não é rápida nem fluída, logo, as miniaturas das telas em 3D parecem um pouco engasgadas e lentas na transição do modo retrato para o paisagem.

A parte boa desse novo Sony Ericsson é o escritóriozinho virtual dele. O telefone vem de fábrica com versões pocket do Word, Excel, Power Point, leitor de PDF, One Note, Opera browser, Messenger, Google Maps, Windows Live e Windows Media, o que já faz com que o usuário já trabalhe muito bem com a aparelho logo após sua saída da caixa!!

O GPS não funcionou dentro de casa, nem na janela de meu apartamento, mas após uma longa espera encontrou o sinal dos satélites na área externa de meu prédio. O aparelho vem com o Google Maps instalado, mas não possui nenhuma alternativa com navegação por voz e mapas do Brasil.

A bateria é muito boa (1500mAh), com uma duração considerável. Na parte do áudio, o X1 possui um som dos fones de ouvido muito bom, mas o único alto-falante externo tem um som muito baixo, comparados com modelos como o N95 e o Innov8.

Em resumo, este aparelho é destinado aos usuários que precisam de um bom aparelho para o trabalho, e gostam da plataforma Windows Mobile, mesmo com sua interface difícil de usar, e que muitas vezes "pede" para usar a canetinha stylus.

UPDATE: O preço do X1, na versão pré-pago, é por volta de R$2 mil.

Pro:

* Hardware muito bem construído
* Pacote de aplicativos nativos para o trabalho
* GPS
* Teclado QWERTY
* Tela
* bateria de 1500 mAh


Contra:

* Câmera muito fraca
* zoom não funciona na resolução máxima
* flash led que acende como lanterna
* interface fraca (precisa da stylus em vários momentos durante o uso)
* tamanho do brinquedo no bolso


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Nossos agradecimentos a: Gizmodo Brasil GSMArena

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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Finalmente as matérias da semana! Começo com uma agradável supresa com o "Motofone F3" da Motorola! Finíssimo!



Vantagens e pontos positivos:

* Design moderno e ultra-fino (9mm)
* Bom teclado numérico
* Construção Sólida
* Dislpay de alto contraste com caracteres grandes
* Longa duração da bateria
* Ajuda com recursos de audio (por voz)
* Alarme e relógio digitais
* Funções extremamente básicas
* Custo extremamente baixo

Desvangatagens

* Display segmentado (somente seis caracteres, em linha);
* Alguns símbolos e caracteres tem difícil vizualização
* Praticamente não há diferenças entre caracteres maiúsculos e minúsculos
* alguns caracteres básicos não existem.
* Luz de fundo desproporcional entre o teclado e display
* Sete ringtones pré-configurados e não ajustáveis.

O mercados europeus e americanos, já se encontram no topo de consumo em relação à telefonia móvel celular. Por mais que se lancem modelos novos, recursos cada vez mais atraentes, os mercados tem, de certa forma pouca coisa a se expander dentro de um futuro próximo.
Pensando nisso a Motorola e outras fabricantes de renome começam a voltar suas atenções para os mercados "emergentes" e onde a telefonia móvel ainda representa certo luxo. Assim nasceu a idéia de se conceber ao mesmo tempo um aparelho que atendesse a estes mercados mas que não deixasse a desejar em matéria tecnológica, em uma excelente solução para nosso corre-corre diário nas grandes cidades. Porque não um telefone tão fino quanto um cartão de crédito e que não tivesse uma parafernália de recursos não haveria de fazer sucesso? Pois estas previsões se confirmam! O MOTOFONE F3 vem fazendo barulho entre os grandes, com sua simplicidade e construção sólida, característica da marca, desde sempre.

Venho utilizando um modelo a duas semanas, e o que era pra ser uma parceria rápida está se tornando em uma bela relação de satisfação... Vou falar mais sobre isso mais tarde... Por hora, vamos conhecendo mais detalhes do "modelito".


QUASE TÃO FINO QUANTO UM CARTÃO DE CRÉDITO.




Com expessura de apenas nove milímetros, MOTOFONE F3 é tão imperceptível no quesito "volume" quanto um cartão de crédito. É realmente incrível como novos componentes vão sendo concebidos e tornando a tecnologia, tão compacta e leve.

O telefone é bem pequeno e mais resistente do que os dispositivos médios comparativos a seu padrão. Todas as peças eletrônicas são encapsuladas permitindo assim que o dispositivo possa resistir a uma "chuveirada" suave.
O último teste foi demonstrado no evento de apresentação do modelo, realizado pela Motorola, onde água mineral foi derramada no telefone; mesmo assim continuou a funcionar sem problemas!
Eu sincerament até hoje não tive coragem de realizar qualquer tentativa neste sentido mas realmente a construção do aparelho não deixa "brechas" para acidentes corriqueiros principalmente nas mesas de buteco nas quais teimamos e postar nossos aparelhos.


Detalhes da "finura" do aparelhinho



As laterais do telefone não possuem nenhum dispositivo controle, apenas o logo gravado do fabricante. O único elemento escondido na lateral esquerda é um entalhe pequeno para um carregador e um fone de ouvido (opcional). No alto há um detalhe para a fixação de uma presilha ou algo do tipo. (As senhoritas adoram).


Detalhes da presilha opcional





A parte traseira do telefone consiste em uma tampa da bateria, quatro parafusos minúsculos, um em cada canto, e o logo do fabricante. Uma vez que destravada, a tampa da bateria abre totalmente, pela lateral. Método um tanto quanto diferenciado pois estamos acostumados a retirar as tampas sempre deslizando , no sentido horizontal. Eu particularmente achei a tampa muito sensível (fina) e a travinha para abrir meio chatinha. (Principalmente pra quem "não tem unha".


Detalhe da tampa traseira e "trava" de abertura


Uma vez retirada a tamá, é exibida a bateria Li-Íon de 700 mAh. De acordo com a informação oficialmente publicada, depois que uma única carga, o telefone deve poder operar com 270 minutos de tempo de chamada ou 300 horas em "stand-by". Estou testando o Motofone a aproximadamente duas semanas e já completei três ciclos de carga completa. Posso dizer que a durabilidade da bateria é realmente assustadora.

Embora já tenha lido relatos sobre a demora do tempo de carga do aparelho, sinceramente até agora não notei nada de anormal. Aproximadamente duas ouras ou pouco mais e já temos a totalidade de carga alcançada.

O cartão de SIM é introduzido em um entalhe ao lado da bateria. É muito simples colocar e retirar, sem portinhas que se abrem ou entalhes muito sensíveis. Gostei.




Teclado extremamente liso com tiras divisórias de borracha


O Display frontal é feito de um plástico bem liso sem alterações no relevo do aparelho, até mesmo na junção teclado/display. É tudo integrado, muito elegante.
O Motofone está chegando ao mercado em três versões de cor: preto, vermelho, e azul.

Até agora não vi no mercado nacional, todas as variações. O preto, claro, representa o mais básico e reservado.






Cores variadas para cada gosto. Sem deixar a linha discreta e elegante.

Todas as teclas mais a de navegação são peças integrais da tampa dianteira e são ativadas conseqüentemente por um design em linha reta na área plástica.

Isto elimina todo o medo a respeito da poeira entre as teclas. Uma tira de borracha projetando-se para "fora", num pequeno relevo separa cada linha no teclado, o que facilita a orientação para digitar.
De forma geral usar o teclado do Motofone é extremamente confortável. O Teclado lembra muito os controles-remoto dos CDs automotivos mais modernos. É sem dúvida, muito agradável para um celular.


Linhas emborrachadas separam os grupos de algarismos no teclado.


É possível perceber com nitidez o pequeno relevo dos separadores de borracha...

As funções do aparelho são acessadas através de uma chave de quatro vias da navegação sem um centro de confirmação. É feita de material plástico na cor prata lustroso com círculos concêntricos atraentes e posicionada ligeiramente acima da superfície circunvizinha - bem como no Motorola SLVR L7.

As quatro opções de controle são identificadas por setas plásticas pequenas feitas do mesmo material de borracha utilizado pelos separadores do teclado.

Ao lado do botão de navegação você encontrará também uma tecla de confirmação, uma tecla para consulta à agenda, e uma tecla/seta para a confirmação de opções.

A luz de fundo tanto do teclado quanto do display, é extremamente ruim. É bem desigual, sendo o mais forte sob as teclas inferiores.


Um display que surpreende e decepciona ao mesmo tempo...



A tecnologia do display no Motofone F3 é totalmente inovadora. Nenhum aparelho até hoje adotou esta tecnologia.

Ele emprega uma tecnologia completamente nova chamada "tinta elétrica", nomeada também EPD. Os agradecimentos a esta tecnologia ficam a cargo do consumo elétrico. O Display necessita de energia somente quando a visualização de alguma informação precisa ser exibida. Mesmo se você extrair a bateria o display continua a manter as informações nele contidas. Inovador.



A tecnologia EPD fornece alto contraste entre o preto e branco. É claramente legível mesmo sob a luz solar direta e forte.

Continua...