domingo, 19 de julho de 2009

Jogue Velozes e Furiosos no seu iPhone e iPod touch



Velozes e Furiosos (Fast and Furious, pelo título em inglês), jogo de corrida em alta velocidade, está disponível agora para download na loja de aplicativos da Apple (App Store) e vem recheado de missões com cenas semelhantes às que se passam no filme de mesmo nome.

Antes de iniciar a partida, o jogador escolhe qual modo pretende jogar: Quick Race (partida rápida); Story Mode (modo história); Compete Online / WiFi Multi player (corrida online com mais de um jogador).

O modo Quick Race oferece sete tipos diferentes de corridas: Road Race; Drift Race; Drag Race; GPS Race; Tunnel Run; Pursuit; e Evade, que também estão presentes no Story Mode.

Cada opção de jogo é diferente. No Drag Race, por exemplo, o jogador deve acelerar ao máximo e saber qual o tempo certo para usar o nitrogênio e derrotar o oponente (a direção é automática). No modo Pursuit, o objetivo é perseguir e destruir os adversários jogando-os contra a parede.

Na corrida GPS, você terá de completar a volta dentro de um determinado período. A estratégia da I-play em colocar todos esses modos é de deixar o jogo cada vez menos cansativo para que os usuários sempre voltem a brincar.

Já o modo Story é o mais completo do jogo. São nove etapas, cada uma com várias tarefas e eventos que deverão ser realizados para avançar ao próximo estágio.

No decorrer do jogo você terá que comprar novos carros, com melhores desempenhos, para concluir as futuras missões.

O modo online traz uma nova dimensão para o Velozes e Furiosos. O aplicativo faz uma conexão com um servidor chamado Cloudcell. Lá estão armazenados todos os dados de vitórias, ranking dos melhores do mundo, além de imagens e vídeos gravados pelos jogadores.

Para ter acesso a elas, o jogador deve criar uma conta no site Cloudcell.com e ver qual a sua posição na lista dos líderes mundiais.

Outra característica interessante desta modalidade de jogar é a corrida Ghost Racing. Os jogadores competem com outros adversários por meio dos vídeos enviados. O corredor verá o carro do oponente como um carro fantasma. Você poderá desafiar o atual campeão mundial quando quiser.

Depois de treinar muito para conquistar determinadas habilidades, tente o modo Wi-Fi. Nele será possível conectar dois iPhones ou iPods touch para compartilharem a conexão e apostarem uma corrida em tempo real.

Experiência

Para pilotar os carros, basta que você gire o aparelho para esquerda ou direita (como se fosse o volante de um veículo); o acelerômetro faz o resto. A direção não é muito sensível e pode demorar um pouco até que você se habitue aos movimentos.

O recurso NOS dá mais velocidade e impulso ao veículo. Para ativá-lo, basta dar um toque no tanque do nitrogênio no canto esquerdo da tela. Os carros são acelerados automaticamente, o jogador só fará uso dos freios com um toque na tela.

Os gráficos e os efeitos sonoros do jogo são surpreendentes, mas a trilha sonora poderia ter sido melhor trabalhada.

sábado, 18 de julho de 2009

Hands on! Um review para o BlackBerry Curve 8900



A Research in Motion adicionou este ano o mais discreto dos smartphones com full Qwerty à sua linha: o BlackBerry Curve 8900. O aparelho é leve, não faz volume no bolso e é discreto, mas está longe de ser um smartphone simples. Design melhorado, sistema operacional moderno, multitarefa — mas falta o 3G. Testamos o aparelho por duas semanas para ver se ele realmente merece a fama, ou se é só para entusiastas da frutinha (a Blackberry, no caso).

O aparelho

O Curve pesa apenas 110 gramas, pouco para um BlackBerry, e é o mais fino smartphone lançado pela RIM até agora: 13,5 mm. O visual do Curve 8900 recebe algumas melhorias vistas no BlackBerry Bold: as teclas levemente inclinadas, para ajudar na digitação, e o botão para travar o teclado, na parte de cima — chega de caçar o cadeado no menu! A trackball foi renovada: está menor e menos solta que nos modelos anteriores.



Teclado

É possível digitar com uma só mão no Curve, mas vê-se que ele foi feito para usar as duas: a digitação fica muito mais eficiente usando as duas mãos. As teclas são duras e pequenas, não grandes e de borracha como no Bold, mas tive poucos problemas ao digitar — e quando tive, pude contar (quase sempre) com a correção automática.

O teclado, aliás, parece um pouco solto: empurre para cima e para baixo, e ele se move com certa facilidade. A tampa traseira, pouco fixa, pode incomodar. Isso me desanimou um pouco, em nenhum dos meus dumbphones acontece isso. Mas demorei para perceber isso, e não ligo mais.

Tela

Quanto à tela, o Curve impressiona: com resolução 480x360 (half VGA), as cores são vivas e têm bom contraste — é um prazer olhar para a tela do Curve. A iluminação da tela, no entanto, prejudica um pouco essa experiência: a luz muda automaticamente, às vezes fica fraca demais, às vezes muito forte, e não dá pra controlar.

Bateria

A duração da bateria é boa — para um smartphone: sempre durou pelo menos um dia com uso intenso e Wi-Fi ligado, e quatro dias com pouco uso. A bateria duraria menos se o Curve tivesse 3G — mas ele não tem. A RIM deixou a conexão em 3G para o Bold.

Conectividade

O Wi-Fi compensa um pouco a ausência do 3G: mesmo com sinal fraco, as páginas carregam rápido e o serviço não sofre instabilidade. No entanto, se você não puder acessar uma rede sem fio onde você estiver, azar. E o Bluetooth é ótimo para enviar arquivos; receber, nem tanto — não consegui receber nada via Bluetooth, mesmo emparelhando ou configurando o Curve para ouvir outros aparelhos.

Aliás, faz muita falta um gerenciador de arquivos no Curve: com cartão de memória de 1GB, senti-me compelido a levar de tudo no aparelho — só foi difícil achar os arquivos sem abrir o programa correspondente antes. E a conexão com o PC é meio desajeitada: o gerenciador de arquivos no computador é complicado de usar. Mas, como o Curve é visto como um pendrive depois de instalado os drivers do aparelho, basta acessá-lo pelo Windows Explorer.

Internet

O navegador do BlackBerry é razoável: abriu direito as três páginas de teste (Google, Terra e Giz), mas não roda bem Javascript nem possui Flash.

Para ver uma parte da página, basta dar zoom clicando com a trackball. No Terra e no Giz, a navegação com zoom não é fluida: role a trackball para baixo e o Curve não responde, ou rola para baixo mas não mostra nada — e depois renderiza a página. E se você vai para baixo e depois volta para cima, o Curve renderiza aquela parte da página de novo. Mas, em páginas pequenas (como no Google ou no Terra Mobile), a navegação é boa.


O tempo de carregamento muda bastante com EDGE e com Wi-Fi. Nos testes que fizemos — carregar 3 vezes cada página, Javascript desligado, mostrando imagens, limpando o cache a cada visita —, as páginas carregam até três vezes mais rápido por Wi-Fi que pela internet 2G. Esperar mais de um minuto pra começar a ler o Giz… melhor desligar as imagens! E nem pense em ligar o Javascript: esperei 2min15s para carregar o portal Terra em EDGE e a os scripts nem funcionaram.

Claro, tudo depende da operadora e da intensidade do sinal (tanto do celular como do Wi-Fi). Mas não espere carregamento super-rápido de rede 3G, mesmo no Wi-Fi.



Sistema operacional atualizado

O BlackBerry OS recebe um visual moderno, com ícones maiores e fonte padrão melhorada: não cansei ao ler e-mails longos, como acontecia no BlackBerry Curve 8300. E, com a nova cara, não parece que você está usando um smartphone de 2005.

E-Mail e messaging


E o e-mail, principal função do BlackBerry? É relativamente fácil de configurar: com poucos cliques e inserindo login e senha, você passa a receber e-mails rapidamente. Não há muita novidade neste departamento, além de e-mails em HTML e uma fonte muito melhor para ler. Usei uma conta do Gmail, e não tive grandes problemas: o único inconveniente foi receber e-mails que arquivo por padrão na caixa de entrada do Curve. Os chats do Google Talk e do Windows Live Messenger aparecem junto aos e-mails, então não precisa caçar o programa para ver se chegou mensagem.



Multimídia


O BlackBerry geralmente é pouco usado para funções multimídia — e com motivo: a qualidade do som não se destaca no Curve, nem no alto-falante, nem nos fones de ouvido. Os vídeos, no entanto, aproveitam a tela brilhante do Curve. A câmera, de 3.2 MP com flash e autofoco, tira fotos razoáveis, nada melhores que meu dumbphone Sony Ericsson W302 com câmera de 2MP (compare: foto do Curve x foto do W302). O botão para acesso à câmera requer pressão para funcionar, talvez para evitar que seja ativada por acidente — você pode interromper o que está fazendo, tirar fotos e voltar ao trabalho.

Multitarefa e aplicativos

E quanto à multitarefa, o BlackBerry dá um show: permite rodar mais de um programa por vez, e não perde velocidade mesmo com vários rodando. Deixo abertos 7 programas enquanto escuto música e navego na internet pelo browser do aparelho por Wi-Fi, e o Curve continua rápido. Alternar entre os programas, no entanto, é um problema: não há jeito de saber quais programas foram deixados abertos (tal como as cartas do Palm Pre), o que pode causar desperdício de memória — e bateria.

Dos aplicativos do Curve, o destaque é o Documents to Go, para ver e editar documentos Office. A oferta de aplicativos para BlackBerry é pequena, dado que o Brasil ainda não tem acesso ao BlackBerry AppWorld. Se você quiser programas, vai ter que procurar no Google ou no BlackBerry World.

Chamadas

O BlackBerry também faz ligações! Nada excepcional; e no alto-falante o som tem um pouco de ruído. É fácil achar contatos, basta digitar o nome da pessoa na tela inicial. Chato que não dá para editar um número de telefone antes de discar: preciso digitá-lo de novo ou copiá-lo para então colar e alterar. A discagem por voz me entendeu sem falhas, tanto em casa como no meio do trânsito da Faria Lima — só tomei o cuidado de falar cada algarismo, nada de falar "oitenta vinte doze quarenta".

Outras funções

A função Pesquisar do Curve, similar ao Spotlight Search do iPhone, varre mensagens, calendário, catálogo de endereços, tarefas e mensagens do BlackBerry Messenger — mas não procura chats do GTalk ou Live Messenger, e nem busca arquivos. E o Curve tem mapas e GPS, mas não consegui usar nenhum dos dois. Tive que contar com a triangulação no Google Maps para achar onde estou.

Preço


O BlackBerry Curve 8900 tem preço salgado: sai por R$2.729,00 no pré-pago da TIM, ou R$2.179,00 no plano pós-pago de 300 minutos mais pacote de dados (megabytes ilimitados, velocidade até 300 Kbps). Na Claro, o Curve 8900 custa R$799,00 no plano de 300 minutos mais 500 MB, ou R$1.899,00 no pré-pago, bloqueado. É caro: um smartphone comparável, o Nokia E71, sai por R$1.299,00 desbloqueado. Segundo a Research in Motion, o Curve só é vendido através de operadoras — ou seja, geralmente virá bloqueado. Mas, se você curte os aparelhos BlackBerry, o Curve é uma boa pedida.

Conclusão

O Teclado full QWERTY torna fácil o trabalho de digitar (lógico) com uma ou duas mãos
e as funcionalidades de e-mail continua prático e melhor que em outros smartphones do mesmo segmento.

As facilidades multitarefa arrebentam! Só falta um gerenciador de programas abertos para gerenciarmos melhor o uso da memória do equipamento. O famoso "task manager" do win mobile, fez falta!

Para o transporte no dia-a dia o celular felizmetne não causa "efeito berinjela" na calça. Seguindo as tendências atuais, o curve tem linhas finas e discretas.

Tela é linda, mas iluminação atrapalha um pouco. Já a parte de Fotos e vídeo , não há nada de impressionante. mesmo com a câmera de 3.2MP

Como telefone, não faz nada de mais; tem boa discagem de voz, mas falta edição do número do telefone

Como assim, não tem 3G?? é impressionante como uma fábrica solta um aparelho deste porte sem suporte a redes 3G, em pleno 2009! Lamentável!

Inserir e gerenciar arquivos na memória do BlackBerry é muito complicado, (sempre foi em todos os modelos da marca, desde sempre).

Ainda não há AppWorld no Brasil

Caro, mais pra quem curte BlackBerry mesmo ou o consegue baratinho em planos corporativos ou fidelizado pelas operadoras. Pelo mesmo preço se conseguem outros modelos e marcas mais completos e simples de se manusear.



Especificações técnicas:

2G Network - GSM 850 / 900 / 1800 / 1900

Display TFT, 65K cores, 480 x 360 pixels, 2,4 poelgadas

Teclado full QWERTY e trackball

Memória microSD (TransFlash) até 16 GB

Bluetooth 2.0 com A2DP

EDGE

Wi-Fi 802.11b/g

GPS, aGPS

Câmera de 3.2 MP, 2048 x 1536 pixels, com flash e autofoco

Filma a 240 x 180 pixels

Suporta MP3, AAC, WMA, MPEG4 H.236 e DivX

Bateria de lítio de 1400 mAh (356h stand-by e 5,5h de conversação)

Comandos por voz

Dimensões e peso:

Largura: 60 mm

Altura: 109 mm

Profundidade: 113,5 mm

Peso: 110 gramas

Agradecimentos pelo conteúdo e excelente composião: Gizmodo Brasil


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quinta-feira, 16 de julho de 2009

iPhone 3GS tem velocidade de upload limitada a 384 kbps


A Apple não usou chip com tecnologia HSUPA que permite uploads em alta velocidade (1,4 Mbps ou 1,9 Mbps) e não explica o motivo.

Também em Macworld

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Super Gadget à venda: HTC X7500 Advantage na caixa, completo, incomparável!



É isso aí pessoal. Somente aficcionados por tecnologia como nós podem um dia chegar a manusear um equipamento deste porte...
Confesso que na época de seu lançamento em meados de 2007, o HTC X7500 Advantage, ou "Athena", como é comumente conhecido no mercado europeu, tinha ares tão futuristas que imaginei ser difícil chegar a ter um exemplar aqui no Brasil. Isso considerando a total falta de opções de ponta que na época fervilhavam fora do nosso querido país e que como não podia deixar de ser, sequer passavam por perto de qualquer importador mais entusiasta.
O segundo motivo e talvez o mais óbvio é aquele que sempre afetou nosso mercado tecnológico. O astronômico valor final de equipamentos de ponta como este.

Mas eis que o mercado, com seus meandros e reviravoltas, nos trouxe e aqui o tenho em mãos felizmente.. HTX X7500 Advantage ao vivo e à cores meus amigos...



E inevitavelmente e com partir do coração, estou colocando-o à venda. O equipamento é fantástico,está completo e na caixa original (interna), pois a caixa externa foi sabiamente retirada para fins de internação do equipamento...

Interessados podem fazer contato diretamente comigo no e-mail ou messenger hardwebcomputers@hotmail.com

Porque ainda não troquei meu iPhone pelo 3GS


Mesmo com as novas características, o preço do novo smartphone e a ausência de recursos "indispensáveis", levam editor da Macworld/EUA a continuar com seu modelo atual, por enquanto

Vários sites (entre eles a Macworld americana) têm disponibilizado depoimentos de usuários do novo iPhone, o 3GS (que chega ao Brasil em agosto), e de pessoas que preferiram esperar um pouco mais antes de comprar o novo aparelho. Eu estou no grupo dos que preferem continuar com a versão 3G, pelo menos por enquanto.


Adoro meu iPhone 3G e tenho certeza que o 3GS é um produto excelente (confira o review Superteste: iPhone 3G S versus versões anteriores). Mas os novos preços divulgados pela AT&T nos Estados Unidos (a partir de 199 dólares - os valores para o Brasil ainda não foram revelados) fazem com que alguns usuários do iPhone continuem com seus modelos atuais.


Comprei meu iPhone 3G um pouco depois de seu lançamento oficial. Como consegui um bom preço pelo meu contrato de serviço com a AT&T, faz sentido que não haja ofertas de subsídios para clientes recentes como eu. A operadora quer que eu espere até março de 2010 para trocar de aparelho, quando posso receber novos descontos. Sem problemas, foi o combinado.


O Voice Control é uma função atraente. A filmadora será muito bem-vinda para mim. Também quero tirar fotos mais rapidamente assim com o modelo 3GS. Mas graças a minha câmera Sanyo Xacti eu posso fotograr e filmar muito bem - e acredito que muita outras pessoas tenham suas câmeras.


O melhor desempenho do iPhone 3GS para o carregamento de aplicativos seria o principal argumento para que eu comprasse a nova versão. Desenvolvedores de jogos dizem que as novas características do 3GS vão trazer mais qualidade para os novos games. Com um processador mais rápido e mais memória, será possível juntar a tecnologia OpenGL ES 2.0 para melhoria dos gráficos. Neste ponto, a troca de aparelhos para mim será inevitável. Mas esse recurso ainda foi explorado.


Mesmo que eu tivesse subsídio da operadora, eu não sairia correndo para uma loja para combrar um iPhone 3GS. Ele é legal, mas não é imprescendível. Fiz a atualização para o sistema operacional do iPhone 3.0 (que traz vários novos recursos), o que está sendo suficiente para mim, até o momento.

Por: Macworld Brasil

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Hackers liberam ferramenta para desbloquear o iPhone 3.0

São Paulo - Anunciado no 17 de junho, junto com a nova versão do sistema operacional, ultrasn0w permite usar smartphone com várias operadoras.

Como prometido, os hackers do grupo iPhone Dev-Team liberaram para download o ultrasn0w, software para o desbloqueio do sistema operacional 3.0, lançado pela Apple na semana passada.

Com ele é possível utilizar o iPhone com o 3.0 com várias operadoras de telefonia. Porém, é preciso fazer antes o jailbreak, processo para destravar o celular para outros aplicativos (com as ferramentas também disponibilizadas pelo Dev-Team).

O iPhone Dev-Team é conhecido por sua atuação relacionada ao smartphone da Apple, tendo desbloqueado versões anteriores do sistema.

Por IDG Now!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

iPhone 3G S: por dentro pacote!


A caixa do 3G S é muito parecida com a do modelo anterior, o 3 G...

Pode parecer estranho, mas a embalagem dos produtos da Apple e seus acessórios incluídos sempre exerceram um certo fascínio nos fãs dos produtos da empresa.

Como os brasileiros ainda levarão mais de um mês para por as mãos (oficialmente) no novo iPhone 3G S, lançado hoje em oito países, entre ele os Estados Unidos, vale dar uma espiada no que traz a embalagem, além de curtir o vídeo feito pela Macworld da Inglaterra:


Tudo encaixa de forma compacta, sem desperdício de espaço



Logo abaixo do aparelho, você encontra todos os acessórios essenciais do iPhone


As instruções estão armazenadas em uma espécie de carteira de papel, logo abaixo do celular. Para remover o cartão SIM, há uma pequena chave, colada no papel


Aqui está todo o conteúdo: chave para remover o cartão SIM, cabo de conexão USB, fones de ouvido com microfone e a tomada, além do celular, claro.


O aparelho é praticamente idêntico ao iPhone 3G (não tem nem um S na parte de trás)o que eu acho lamentável. Alguma indicação externa poderia ter sido pensada....



Mas tem que ter um S em algum lugar, certo? Ele está no ícone da bússola...


E aqui o aparelho em ação. Quer ver mais? Confira o vídeo do celular feito pela Macworld da Inglaterra.


Agradecimentos: Macworld Brasil

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