sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Pré-venda do iPhone 5 começa em 9 países; prazo de entrega do aparelho já está em 2 semanas [atualizado]


Conforme informamos ontem, a pré-venda do iPhone 5 começou hoje às 04h01 (horário de Brasília) nos seguintes países: Estados Unidos, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, Singapura e Reino Unido.
Pré-venda do iPhone 5
Pelo visto o ritmo de vendas está bom, já que poucas horas depois a entrega do aparelho pulou para 2 semanas.
Pré-venda do iPhone 5 na França
Diferentemente dos Estados Unidos, na França — e acredito que em outros países também — o valor do aparelho desbloqueado sofreu um reajuste (para mais), sendo vendido agora por 680 euros (16GB), 790 euros (32GB) e 900 euros (64BG), o que nos coloca com uma pulga atrás da orelha: será que no Brasil ela será vendido pelo mesmo preço do iPhone 4S ou o valor também será reajustado? Só nos resta esperar e torcer (para que não, é claro).
Por enquanto, a pré-venda nos EUA não inclui modelos desbloqueados.
Fonte: Macmagazine

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Nenhuma surpresa: Apple lança iPhone 5, exatamente como descreviam os rumores


Não se deixe enganar pela frase publicitária acima. Se você esperava alguma novidade a ser apresentada no evento da Apple de hoje, deve ter se decepcionado. Nunca na história da companhia os rumores adiantaram tantos detalhes assim, nem mesmo quando vazou o protótipo do iPhone 4, em 2010. O novo iPhone 5 é exatamente igual ao que se esperava, com tela esticada, compatibilidade com rede 4G (não no Brasil) e conector menor.
O novo iPhone 5 é ainda mais fino que o modelo 4S, com a mesma largura mas 8mm mas alto. A Apple aumentou a tela para 4 polegadas, mas sem mudar radicalmente a experiência de uso. Ou seja, aumentou mas você não perceberá muito.

Processador A6

O novo processador A6 é 2x mais rápido que o do iPhone 4S, dando mais poder ao aparelho. Isso permitirá, inclusive, tirar fotos mais rápidas, inclusive enquanto filma.

Novo conector

O novo iPhone vem com um novo conector de 8 pinos, acabando com a era do conector do iPod de 30 pinos. Com isso, o conector de fone de ouvido vieram para a parte de baixo, como no iPod touch, o que deve desagradar alguns usuários acostumados por 5 anos com os fones na parte de cima.
A Apple disponibilizará um adaptador para acessórios atuais para que o novo aparelho continue funcionando com eles.

Câmera frontal e traseira

A Apple deu uma boa melhorada tanto na câmera traseira quanto na frontal. A traseira continua com a resolução de 8 megapixels, mas o sistema de lentes foi melhorado, o que deixa as fotos ainda com maior definição. Ela também integrou a função Panorama, para tirar fotos mais largas; isto estará ativo também no iPhone 4S.
Já a câmera frontal ganhou maior resolução e agora faz filmes em 1080HD.

Cores

A Apple fez o iPhone 5 em duas cores: preto e chumbo  e branco e prata, com traseira em alumínio.

Lançamento

Conforme previsto, o lançamento será no dia 21 de setembro em 8 países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália, Japão, Hong Kong, Singapura. Brasil ainda irá demorar para entrar no circuito.
Créditos: Blog do Iphone, sempre!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Editora Globo finalmente adapta suas revistas para a Banca do iPad


Banca de Revistas (Newsstand) foi uma novidade do iOS 5 que propôs uma nova maneira de apresentar revistas digitais para o iPad, que geralmente funcionavam como aplicativos comuns. Ela trouxe a possibilidade de atualizações automáticas sem precisar abrir o aplicativo, além de permitir assinaturas mensais a um preço menor. É muito mais prático para o usuário e provocou um aumento de mais de 200% nas assinaturas de revistas digitais em outros países.
As editoras brasileiras estão demorando para adaptar seu conteúdo para o sistema, e até semana passada apenas a Carta Capital tinha adotado o formato, entre as grandes revistas nacionais. Mas isto parece estar mudando aos poucos, pois a Editora Globo começou a migrar suas revistas para a Banca do iOS.
Mas mesmo com esta boa notícia, as revistas digitais da Editora Globo ainda tem muito o que melhorar.
Primeiro, se você tem um iPad de 3ª geração (novo iPad), prepare-se para não ter definição nas revistas, pois elas vergonhosamente não foram ainda adaptadas para a tela Retina.
Segundo, o aplicativo ainda está um pouco bugado. Ao tentarmos fazer a aquisição de um exemplar da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, a compra foi efetuada e o cartão de crédito foi debitado, mas a revista não foi para o aparelho.
Terceiro, o custo da assinatura ainda é alto comparado com outros países. Para se ter uma ideia, a assinatura de um ano da revista Vogue brasileira custa $39,99, enquanto que a assinatura do mesmo período da Vogue americana vale $19,99. Claro que o público consumidor americano é bem diferente do brasileiro, mas cobrar o dobro do preço não ajuda em nada a melhorá-lo.
A coisa fica pior quando se descobre que a Vogue Portugal, toda em português e acessível aos brasileiros, está ainda mais barata na sua assinatura anual.
Mesmo assim, ainda é bom saber que a assinatura digital já está custando bem menos que a de papel, o que já é um primeiro passo.
Que outras revistas agora resolvam seguir o exemplo e passar de vez para o formato Banca, mesmo que já tenha se passado quase um ano de existencia da Banca no iOS.
Leia muito mais no Blog do Iphone

Confira algumas pistas deixadas pela Apple em convites de eventos passados


Já é tradição da Apple colocar nos convites de seus eventos algumas pistas do que será apresentado. Isso atiça a curiosidade de todos e ainda deixa mais divertido o período de espera. Confira agora uma seleção com alguns exemplos disso.

Evento iPad 2

Em fevereiro de 2011, ninguém tinha certeza ainda que haveria um segundo iPad e nem como ele se chamaria. Até a Apple liberar o convite para o evento no dia 2 de março, deixando claro que viria umiPad 2.
A fachada também dava a entender que viriam cores no produto, o que aconteceu com a apresentação das coloridas Smart Covers.

Evento iPhone 4S

No convite para o evento de apresentação do iPhone 4S, o enigma também foi bastante descritivo, ilustrando praticamente uma mensagem. E a frase “Let’s Talk iPhone” (vamos falar de iPhone) era uma alusão direta ao Siri, introduzido naquele dia.

Evento Novo iPad (iPad 3)

Para apresentar o iPad 3, a Apple mostrou no convite a tela de um iPad, com uma resolução muito boa, dando a entender que a tão esperada tela Retina finalmente viria para o tablet. Os rumores chegaram a cogitar a possibilidade do aparelho vir sem o botão frontal, por causa do ângulo da foto, mas não foi o que aconteceu.
A decoração do Yerba Buena na época também fez referência às cores com maior definição da tela Retina.

Evento Setembro de 2012

convite para o evento desta semana trouxe pistas que parecem confirmar os rumores. O número 12 (referente à data da apresentação ou ao ano em que estamos) e a sombra que forma um número 5 “esticado” podem dizer muita coisa. Ou não.
A fachada do Yerba Buena recebeu este ano a decoração com a maior pista de todas: ícones do iOSesticados.
A expectativa acabará nesta quarta-feira,  às 14h no horário de Brasília e você acompanha tudo ao vivo no Blog do Iphone. A eles inclusive, creditamos o excelente material! Preparem-se! Amanhã tem Keynote!!!!!!!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Apple anuncia um evento especial para o dia 12 de setembro


O que já se previa, foi confirmado: a Apple anunciou hoje que realizará um evento especial no dia 12 de setembro, através de convites para os principais jornalistas americanos. E é muito provável que conheçamos o novo iPhone neste mesmo dia.
A data já tinha sido antecipada por alguns sites, inclusive o AllThingsD, que raramente erra.
Como sempre, a Apple sempre deixa pistas nos seus convites do que vai acontecer. E observem que o número 5 aparece na sombra do 12… Será que o nome escolhido por Tim Cook será mesmoiPhone 5?
Respostas na semana que vem. ;)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Porque você não deveria comprar um Sony Ericsson Liveview. Nunca.

E foi ao ar pelo fórum PDA Brasil ou Simplesmente PDABR, um dos maiores Fóruns do Brasil em assuntos de tecnologia, com enfoque em dispositivos móveis, este excelente artigo que trago pra vocês leitores do nosso blog.
Durante a leitura, descobriremos suas experiências com este gadget meio esquisitinho e porquê devemos passar longe dele nas vitrines..



"Na semana passada eu procurava inspiração para o primeiro artigo dessa coluna. Minha ideia inicial era rever a minha imensa listas de celulares/smartphones pretéritos e criar um ranking. Mas, o destino mudou meu curso quando, no meio de uma arrumação da “gaveta das tralhas”, eu encontrei o meu liveview, parado há mais de três meses, entre capinhas de celular, cabos de dados genéricos, mouses sem fio e toda sorte de acessórios digitais em desuso.

Antes de falar especificamente sobre o liveview, eu gostaria de contextualizar minha experiência com ele: Antes de ser o jovem cheio de garbo de 28 anos de hoje, eu fui, pasmem, uma criança gordinha que nasceu na metade dos anos 80 e adquiriu autoconsciência no início da década de 90. Foi o melhor e o pior dos tempos. Quem compartilhou comigo esse dias passados, certamente sabe que o píncaro da tecnologia portátil daqueles anos eram notebooks que custavam milhares de reais, agendas eletrônicas e celulares analógicos (sim, os celulares foram analógicos um dia) de 500 gramas que disputavam o mercado com uma acirrada corrida de para ultrapassar a marca de 20 contatos na agenda telefônica.

Dito isso, volto a mim, que com 6 ou 7 anos já era apaixonado por esses pequenas tecnologias, mas não dispunha de recursos financeiros que eram impreteríveis para qualquer um que quisesse estar em sincronia com aquela era de nascimento da computação móvel.

Um relógio digital, era, portanto, o limite das minhas possibilidades quando se tratava de algo que pudesse, ainda que precariamente, armazenar, exibir ou processar informação digitalmente. E nesse contexto, cada pequena bobagem importava: quantidade de alarmes, função de calculadora, backlight, e até barômetro eram funções perquiridas - ainda que naquela tenra idade eu não tivesse a menor noção do que era pressão atmosférica e suas repercussões cotidianas. E, mesmo diante de todos esses desejos, o máximo que consegui na vida foi um relógio com calculadora, que me rendeu horas e horas de diversão e um punhado de entreveros acadêmicos, naqueles anos dourados em que os desafios da minha vida resumiam-se à álgebra.

Bom, escrevi tudo isso pra mostrar o quanto a ideia de um relógio inteligente estava arraigada em minha história, e, assim, o quanto a ideia de um relógio com o poder de um smartphone me fascinou quando descobri o liveview. Eis como a SonyEricsson destruiu meus sonhos de criança:

Introdução:

Imagem

O liveview é uma caixinha de 35X35mm, que lembra muito um monitor CRT da Samsung dos idos de 2003 que uso no trabalho. Nessa caixinha, um display OLED com cores extremamente lavadas e resolução digna de celular de 70 reais, e dois botões físicos, um com a função “power” e outro com a função “select”. Arrematando o conjunto, uma pulseira de velcro e nylon que sustenta-o no braço do orgulhoso proprietário.

O bom:

É preciso reconhecer que o liveview faz tudo que promete, e mais. Não só ele serve de display secundário para o smartphone, com ele também é capaz de desempenhar algumas funções ativas, como efetuar ligações, disparar a câmera ou enviar um sinal de localização do aparelho principal. 

Entre as promessa cumpridas, estão a possibilidade de checar entradas no calendários, posts do twitter, entradas e textos do e-mail, e, de forma bem limitada, atualizações do facebook.

Além do mais, a despeito do reduzido tamanho, o aparelhinho aguenta bem um dia inteiro de uso (ainda que a SE prometa 4 dias, algo completamente fora da realidade) e tem um design que, se não é brilhante, é bastante pratico e esteticamente aceitável.

O ruim:

Existe algo fundamentalmente ruim com a proposta do liveview: para um aparelho que se propõe a ser um pratico segundo display para seu smartphone, ele dá muito trabalho. Não há, efetivamente, nada de prático nele. Nada que possa ser feito nele mais rápido que em um smartphone bem configurado. 

Para começar, ele é um relógio ruim. Não ter um controle de tempo autônomo faz com que o liveview não seja nem capaz de mostrar a hora se não estiver pareado com o smartphone. Isso significa que, se você for ao banheiro e esquecer o celular na mesa do trabalho, não vai nem poder cronometrar seus 15 minutos de descanso no troninho. Essa dependência absurda pelo link com o celular, ainda vem ao custo da parca e valiosa bateria de um smartphone com Android, os quais, ARM (Antes do Razr Maxx), nunca foram sinônimos de perseverança.

Para piorar, mesmo pareado, ele está sempre apagado, sendo obrigatório o uso de duas mãos para ativar um dos dois botões físicos só para responder um clássico “tem horas, amigo?”.

Tudo isso é bastante ruim, mas é possível fazer um exercício mental e se convencer que o liveview é um “smartwatch” e que, por isso, a função de relógio pode ser preterida para viabilizar a parte inteligente da coisa. Afinal, ele pode ser uma porcaria enquanto relógio, mas nenhum Tissot nesse mundo é capaz de informar o que a sua tia gorda está comendo agora.

Mas ai vem...

O pior:

Imagem

Não há dúvidas que o liveview seja um relógio inteligente (há dúvidas de que ele seja um relógio, mas isso é outra conversa). Mas, o maior drama aqui não é a capacidade do aparelho, mas a maneira com que se extrai, ou não, tamanha sapiência.

A interface de liveview é muito ruim, Tão ruim que dói. Você navega através do menu principal através de uma série de toques nas extremidades do aparelho, mas a sensibilidade do dispositivo é tão sofrível que te faz sentir saudade das telas resistivas dos celulares de outrora. Aliás, para além de uma tela resistiva, o touchscreen do liveview está mais para aquele controle de TV sem baterias que a gente aperta até sair sangue da unha pra conseguir tirar do Faustão.

Mas essa ainda é a parte feliz da experiência do usuário em que ele está funcionando. E como são raros estes momentos...

Eu diria que o meu aparelho tem um defeito insuperável e o enviaria para a assistência técnica se todos os comentários vinculados ao liveview na Internet não corroborassem a minha experiência: parear ou manter pareado um liveview é uma arte.

Em um dos meus poucos dias de uso normais com ele, eu devo ter perdido pelo menos uns 45 minutos da minha preciosa experiência terrena nessa empreitada. Ora o celular não encontra o liveview, ora o liveview não encontra o celular, ora ninguém vê ninguém. E quando finalmente alguma coisa funciona, não tardará muito até a conexão cair ou travar. É como aquele romance "Ensaios sobre a cegueira": as vezes, no escuro, você topa com a Alice Braga dando sopa e algo mágico acontece. Mas maior parte do tempo você só anda tateando pelas paredes e pisando em cocô.

A conclusão:

A impressão que fica é a de que o liveview é muito mais um brinquedo, um truque para mostra para os amigos, ou a materialização de um sonho de criança que, como tantos outros sonhos, são muito melhores na idealização que na realização. Ele não amplia, não melhora e nem facilita nenhuma das funções do seu smartphone, e, por isso, fica difícil encontrar qualquer razão para utilizá-lo.

Quiçá então a razão para pagar 50 ou 60 dólares por ele..."

* Fotos por HTC One X.
* Texto por Augusto Bonetto.


Créditos: Fórum PDABR (PDA Brasil), Colunista Sr_Batata (Tópico)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Apple começa a destacar que preços da App Store brasileira são em dólar, não em reais


Uma das perguntas constantes que muita gente se faz, e com razão, é relativo aos preços das lojas virtuais da Apple no Brasil, que antes eram expostos apenas com um cifrão na frente: o valor exposto é em dólar ou em real? Um aplicativo que custa apenas $0,99, será cobrado em qual moeda?
A Apple resolveu (tardiamente) deixar isso bem mais claro em todas as lojas da iTunes brasileira.
Agora, todos os preços de aplicativos, músicas e filmes são expostos não mais com cifrão, mas com um USD na frente (United States Dollar, dólar estado-unidense). As motivações para ela ter feito isso podem ser duas:
- muitas reclamações de usuários por se sentirem enganados em relação ao preço ao pensar que compravam em reais sem nenhum aviso por parte da empresa;
- ou é uma preparação da loja para a tão esperada transformação de preços de dólar para real, plano antigo da Apple que está sendo dificultado pela burocracia brasileira.
Seja como for, isso deve deixar mais claro aos usuários que o preço é mesmo em dólar. Muitos reclamam que não conseguem cadastrar seu cartão de crédito na loja por causa de “código inválido”, mas a verdade é que ela não aceita cartões nacionais ou de débito, apenas cartões de crédito internacionais, habilitados para compra no exterior. Justamente porque os preços são em dólar.