segunda-feira, 12 de agosto de 2013

AllThingsD: Apple poderá apresentar um novo iPhone em evento no dia 10 de setembro

iOS 7 para iPhone
Não nos cansamos de repetir uma frase aqui que, até hoje, nunca foi desmentida: “Rumor divulgado pelo AllThingsD tem peso de notícia confirmada“.  O site americano (um braço do Wall Street Journal) sempre teve fortes relações com a Apple e muitos dizem que é usado pela maçã para antecipar notícias da empresa. Já foi assim em outros anos e, geralmente, consideramos como algo que tem grandes chances de acontecer.
Neste sábado, a manchete da notícia é forte e não deixa margens para dúvidas: “Circule o dia 10 de setembro no seu calendário para o grande evento da Apple sobre iPhone“.
O artigo afirma que no dia 10 de setembro a Apple irá realizar um de seus eventos especiais para apresentar a próxima geração do iPhone.
A data, caso confirmada, seguiria o cronograma tradicional da empresa desde o iPhone 4S, com um evento na primeira quinzena de setembro e o aparelho chegando ao mercado 10 dias depois. Com isso, poderíamos esperar o lançamento do iOS 7 para o dia 18 de setembro e o do novo iPhone no dia 20. Isso nos Estados Unidos e meia dúzia de países; no Brasil, os novos aparelhos geralmente chegam apenas em dezembro.
Acredita-se que o próximo iPhone não deva mudar muito externamente, mantendo basicamente o mesmo design. Não se sabe se a Apple irá mesmo apresentar uma versão de plástico para países emergentes (ou para a China), mas se for, o anúncio provavelmente seria feito neste dia.
Você acompanhará, como sempre, a cobertura completa em português no Blog do iPhone. ;)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

App Store: há 5 anos, se iniciava uma revolução no mundo dos celulares

App Store 5 anos
10 de julho de 2008. Exatamente neste dia, começava a funcionar no Brasil e no resto do mundo a então nova App Store, a loja de aplicativos da Apple. O dia é de fundamental importância, pois começava ali uma grande mudança no mercado mobile, que se tornaria uma tendência em todas as marcas. Conheça um pouco a história e como tudo aconteceu.
O começo
O lançamento do próprio iPhone, um ano antes (2007), já tinha sido revolucionário. Afinal, era um aparelho que abolia o teclado físico e tinha uma capacidade técnica que permitia ser um pequeno computador de bolso, muito além de qualquer celular e PDA da época. Porém, toda a empolgação inicial da comunidade de programadores virou decepção ao se descobrir que não seria possível instalar aplicativos no aparelho. Todo aquele potencial desperdiçado seria limitado a apenas 16 apps nativos que vinham no sistema, nada mais. Nem jogos tinha.
Em 2007, o foco da Apple não era aplicativos nativos e sim permitir que se rodasse webapps, aplicativos de internet que funcionavam no navegador. Naquela época, todos diziam que este era o futuro (há!).
Esta posição fechada criou um efeito colateral: toda uma comunidade de programadores e desenvolvedores buscou maneiras de penetrar no sistema do iPhone e permitir que se instalasse aplicativos diferentes dos que a Apple propunha e a isso deu-se o nome de jailbreak (a quebra da prisão que era o iPhone OS). Graças a isso, era possível instalar jogos, traduzir o sistema (na época, ele não era em português) e muito mais. A pré-revolução começava marginalizada, feita por um pessoal que não se conformava de um dispositivo tão sensacional ser também tão limitado deliberadamente.
Com isso, a Apple começou a perceber que um enorme filão estava nascendo; ou ela ignorava-o ou se rendia a ele. Ela se rendeu, e em setembro de 2007 Steve Jobs finalmente anunciou que a Apple disponibilizaria um SDK (pacote de desenvolvimento) oficial para o iPhone OS. Os programadores poderiam fazer seus próprios aplicativos, de uma maneira muito fácil.
O nascimento da App Store
Com a base estruturada, a Apple então lançou a App Store, para disponibilizar os aplicativos que os desenvolvedores criavam. E na época, era algo inédito: ela oferecia toda a estrutura para o dev deixar o seu app disponível para o mundo todo, a custo “zero”. Ele não teria que se preocupar com servidores próprios ou implementar sistemas de pagamentos seguros; ela se ocuparia de tudo, só repassando o dinheiro das vendas para ele. Como “pagamento” por tudo isso (e para manter toda a estrutura), a Apple pedia 30% do que o desenvolvedor vendesse. Se o aplicativo fosse gratuito, ele não pagaria nada.
A fórmula fez muitos desenvolvedores adotarem a plataforma e criarem aplicativos, pois já na época tudo o que era relacionado ao iPhone, ia para a mídia.
Em 2008 já existiam aplicativos para celulares, mas eles eram muito básicos (geralmente em Java), sem uma forma unificada de distribuição. A empresa que quisesse vender seu aplicativo tinha que entrar em contado com cada operadora para disponibilizar na rede dela. Era realmente complicado.
O sistema da Apple também abriu espaço para um mundo novo nos aplicativos móveis: não era necessário ser uma grande empresa de software e ter uma estrutura gigante para disponibilizar sua criação. Com a forma como a Apple fez, literalmente qualquer um poderia criar seu aplicativo e disponibilizar facilmente para o mundo inteiro. Era simplesmente revolucionário.
A estreia
Assim, um dia antes do previsto (ela tinha sido anunciada para o dia 11 de julho), a App Store ficou disponível em grande parte do mundo (inclusive no Brasil), com incríveis 500 títulos disponíveis (hoje eles são bem mais, mas na época era uma quantidade incrível para um celular). O primeiro grande jogo, que se tornou um ícone da loja, foi o Super Monkey Ball, da Sega.
Só no primeiro final de semana foram baixados mais de 14 milhões de aplicativos. O Super Monkey Ball rendeu, só no primeiro mês, 3 milhões de dólares à Sega, isso já descontando os 30% da Apple. Nascia ali o interesse do resto do mercado pelo formato e pela própria App Store, deixando executivos da concorrência de cabelo em pé, pois era o novo “produto” a ser imitado.
A explosão inicial foi tão grande que já naquele momento era possível prever que o negócio de aplicativos iria ultrapassar com o tempo aquele da iTunes Store, que era outro mercado que a Apple dominava. O mundo mobile era o futuro.
O dia em que os servidores da Apple pararam
Mas a estreia não foi um mar de rosas para a Apple. No dia seguinte, juntou-se mais dois grandes lançamentos: o iPhone 3G em diversas partes do mundo, um novo serviço de sincronização, oMobile Me, e mais um novo iTunes, que era baixado por milhares de pessoas ao mesmo tempo. Isso fez com que os servidores da Apple não aguentassem, tornando-se impossível em um certo momento fazer as ativações dos novos aparelhos. O consumidor ficava na fila, comprava o novo iPhone 3G, ia para casa e não conseguia ativá-lo, porque o servidor não respondia. Até fizeram piada na época.
iBrick
Por anos, Steve Jobs lamentou aquele dia.
App Store hoje
Depois de 5 anos, a App Store ainda é a maior loja de aplicativos do mundo. As conferências de desenvolvedores (WWDC) despertam um interesse cada vez maior de profissionais da área, que a partir de 2008 contaram com plateia cheia nas apresentações. Neste ano, os ingressos se esgotaramem menos de três minutos, mostrando que a procura cresce cada vez mais.
É difícil de imaginar hoje nossos iPhones, iPods e iPads sem a possibilidade de instalar novos aplicativos. Virou padrão na indústria e as marcas que não se adaptaram, foram descontinuadas. É a parte divertida dos gadgets, que renova nossos aparelhos de tempos em tempos. Se lembrarmos que antigamente a gente comprava um telefone e ele continuava o mesmo depois de dois anos, temos uma noção de como a App Store revolucionou nossos comportamentos em relação ao celular.
A possibilidade de instalar aplicativos transformou nossos telefones em computadores de bolso, em que podemos fazer uma infinidade de coisas que antes não eram possíveis. Tanto que “telefonar” se tornou a atividade menos usada nestes aparelhos. E é importante ter em mente que foi a Apple que popularizou de maneira gigantesca isso.
É difícil dizer se o mercado de aplicativos evoluiria tanto assim se a Apple não tivesse lançado o seu modelo de loja. Mas sem dúvida, isso teria demorado uns 10 ou 15 anos a mais para acontecer. Foi aApp Store que mostrou ao mundo como se faz e acelerou todo o processo. E isso também devemos ao tio Steve Jobs.

Aplicativos da Apple como Pages, iMovie e iPhoto poderão ficar gratuitos em breve

Apps da Apple de graça
Vez ou outra um leitor nos pergunta “Por que os aplicativos da Apple nunca entram em promoção?“. Pois talvez em breve eles entrarão, de forma definitiva. O beta 3 do iOS 7 deixa escapar um dos planos futuros da Maçã: deixar seus aplicativos próprios de graça.
Quando alguém abre pela primeira vez o aplicativo da App Store, uma janela aparece, sugerindo que se instale os apps da empresa, pois já é um ótimo começo para aproveitar o aparelho. Mas no beta, esta lista aumenta, com aplicativos que hoje são pagos: iPhoto ($4,99), iMovie ($4,99), Pages ($9,99),Numbers ($9,99) e Keynote ($9,99). E a imagem não deixa dúvidas: o download é para ser gratuito.
Se for confirmada, a jogada é genial. Disponibilizar de graça grandes aplicativos como o pacote iWork (similar ao MS Office) acaba de vez com o mais forte argumento que a Microsoft tem para vender seus atuais tablets. Além disso, já disponibiliza, de cara, uma grande experiência ao usuário, que não precisará assim investir mais dinheiro inicial para aproveitar produtivamente seu aparelho.
Por enquanto, a imagem acima (comprovada por nós) é o único indício de que isso irá acontecer. Mas já é uma forte pista.
Nota: se você for desenvolvedor, estiver testando o beta do iOS 7 e se deparar com esta tela da App Store, NÃOtoque em “Download grátis“, pois como atualmente os aplicativos não são gratuitos, eles serão instalados e cobrados no seu cartão de crédito, caso você não os possua.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Galaxy Note III chegará no início de setembro e será o maior da linha


Galaxy Note III poderá chegar ainda antes da IFA 2013, ao contrário do previsto inicialmente. A nova geração do híbrido de smartphone com tablet será lançada no dia 4 de setembro, como informaram fontes não identificadas ao Android Geeks.
Fontes de dentro da própria empresa contaram ao China Mobile News que a produção está acelerada. Aparentemente, a Samsung resolveu optar por exibir o gadget em um evento próprio, em uma tendência que vem adotando nos últimos anos.


Segundo o Slashgear, o Galaxy Note III será o maior da família, com uma tela de 6 polegadas (contra 5,5’’ do antecessor). O novo aparelho terá uma tela LCD IPS, Android 4.2.2 e duas opções de processador: um quad-core e um octa-core, assim como o Galaxy S4.

Rumores recentes ainda indicam que o Galaxy Note III continuará com corpo de plástico. Isso porque a Samsung não teria tido tempo hábil para implantar novidades como estrutura em metal ou até mesmo um display flexível. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

iPad mini começa a ser vendido no Brasil, a partir de R$1.299,00

Facebook no iPad mini
Depois de tanta espera, finalmente chegou oficialmente ao Brasil o iPad mini, o tablet menor da Apple. Mas apesar de várias lojas online já o estar vendendo, a Apple Store Online ainda não disponibiliza, a exemplo do que fez com o iPhone 5.
Os valores acabaram ficando um pouco mais alto do que se esperava (culpa do dólar?). A tabela oficial de preços ficou assim:
Modelo Wi-Fi:
iPad mini 16GB – R$1.299
iPad mini 32GB – R$1.549
iPad mini 64GB – R$1.799
Modelo Wi-Fi + 3G (que permite usar chip de operadora para dados):
iPad mini 16GB - R$1.649
iPad mini 32GB - R$1.899
iPad mini 64GB - R$2.149
Abaixo, algumas lojas que o vendem online (a Fast Shop e a Saraiva fazem desconto em pagamentos à vista):
Fast Shop     
Todos os iPads mini comprados no Brasil (e a partir de agora os comprados fora também) contam com a garantia de um ano da Apple, não importa em qual loja você comprar.
Muitos acharão o preço caro (e se formos comparar com o valor encontrado nos Estados Unidos, realmente é). Mas vamos ser objetivos: é o melhor tablet de 7,9 polegadas que se pode encontrar. Quem tem como trazer de fora, ótimo, é muito mais em conta e funciona perfeitamente no Brasil. Mas quem não tem e precisa de um iPad portátil fácil de transportar e que não pesa na mão, ainda assim é um ótimo negócio. Entre o iPad 2 e o iPad mini, ainda vale a pena comprar o  mini, pois o hardware é o mesmo, mas o tablet menor tem vantagens.
Enfim, que cada um decida o que é melhor para si mesmo. O que não pode acontecer é alguns ficarem julgando os que decidem comprar, pois as condições não são muito diferentes dos outros lançamentos, e muitos dos que julgam hoje compraram no passado o iPad no Brasil, e estão felizes com eles. A próxima geração do iPad mini não deve chegar ao Brasil antes de dezembro e resta a cada um decidir se quer esperar tanto ou não.
Achou que precisa comprar o iPad mini e pode pagar o preço? Compre e seja feliz, tenho certeza que será uma aquisição que ninguém irá se arrepender. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

iPad mini chega amanhã por R$1,8 mil

As varejistas online já anunciam a chegada do iPad mini ao Brasil amanhã (25/06), mas até agora apenas a Claro informou o preço do tablet. A operadora revelou ao G1 que a novidade custará R$1,8 mil, valor do modelo de 16GB com plano de Internet 3G com franquia de 1GB incluso.


A Claro vai comercializar o aparelho por 12 parcelas de R$ 149,90, o que junta a parcela do iPad (que, sozinho, custa R$1,2 mil) e os R$50 da mensalidade da Internet. 

A empresa ressaltou que não venderá o iPad mini sem plano de dados. Além de operadoras, o tablet também será vendido em revendedoras como a Fnac, Ponto Frio, Saraiva, fast Shop e A2You.

domingo, 23 de junho de 2013

iPad mini finalmente começará a ser vendido no Brasil no dia 25 de junho


iPad mini
Depois de longos 8 meses de seu lançamento nos Estados Unidos, finalmente o cobiçado iPad minichegará ao Brasil na próxima semana, segundo diversas lojas que já estão anunciando a novidade. Será dia 25/06, terça-feira.
A notícia já tinha vazado na terça, quando uma loja de Fortaleza iniciou antes do tempo as reservas. Mas como o dia era completamente atípico para um lançamento de produto da Apple (sempre acontecia na sexta, não na terça) e não havia mais nenhum outro indício que confirmasse a data, ficamos com o pé atrás em divulgar a suposta informação. Mas nesta madrugada, FNAC e Saraiva enviaram emails aos seus clientes informando que o lançamento será mesmo no dia 25.
iPad mini
Por enquanto, não sabemos mais informações, como os preços e se a Apple Store Onlinedisponibilizará o produto, visto que demorou para disponibilizar o iPhone 5.
Muitos analistas antes previam o preço para algo em torno de R$1.100, o que pode ter atrasado o lançamento por ser considerado um valor pouco competitivo no Brasil. Afinal, com um pouco mais se compra um iPad 2. O próprio Google abandonou seus projetos de lançar o Nexus 7 no país por causa disso. O que se sabe é que em abril a Apple conseguiu autorização para fabricar o iPad mini em Jundiaí, o que pode facilitar as coisas.
Será que a Apple conseguiu trazer o aparelho por um preço mais competitivo? Será que haverá o interesse do público depois de tanto tempo e próximo de conhecermos um novo modelo? Estas respostas só teremos na semana que vem. Enquanto isso, confira nosso artigo especial sobre o aparelho e veja o quão legal ele é.