sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nova polêmica: usuários reclamam da falta de recursos nos novos Pages, Numbers e Keynote

Não é a primeira vez e não será a última que uma atualização de software da Apple gera polêmica. Mas a verdade é que isso tem acontecido de uma forma mais intensa nos últimos anos. Primeiro, com o iMovie ’08 e, depois, com o Final Cut Pro X.
MacBook Pro com tela Retina rodando Final Cut Pro X
Em ambos os casos a Apple parou, analisou os antigos aplicativos, repensou todo o projeto e decidiu criar um novo, do zero. Quando isso acontece, inevitavelmente antigos recursos, interações e visões de como uma determinada coisa deve acontecer mudam — ou são colocadas de lado —, dando lugar a uma nova interpretação que, com o tempo, se desenvolverá e muito provavelmente atingirá um nível satisfatório novamente.
Vejamos o FCPX, por exemplo. No começo, assim que ele foi lançado (em junho de 2011), houve muita reclamação. Agora, pouco mais de dois anos depois, diversos recursos deixados de lado no lançamento já estão de volta, adequados à nova estrutura de edição de vídeos sugerida pela empresa.
Fazendo um paralelo rápido com o mundo real, é como se você olhasse para o seu quarto e entendesse que, do jeito que está, a dinâmica não funciona mais. Aí você vai e tira tudo, deixando ele totalmente vazio. Aos poucos, vai colocando de volta os móveis que você considera mais importantes — mudando muita coisa de lugar e deixando outras tantas do lado de fora. Com o passar dos dias, mais e mais coisas vão voltando para o quarto, até que você finalmente olha e se sente satisfeito com o novo posicionamento da poltrona (que agora está perto da luminária), do puff (que antes estava jogado num canto e agora está no pé da poltrona), da cama (que agora não está mais de lado e sim de frente para a TV), entre outras coisas. Só que, para que tudo ficasse assim, inevitavelmente algumas coisas tiveram que ser deixadas de lado.
Com os novos PagesNumbers e Keynote não foi diferente. Muitos usuários estão reclamando em vários tópicos do fórum de discussões da Apple (Apple Support Communities) que os apps da nova suíte iWork perderam recursos de edição considerados importantes, que a Apple deu um passo para trás, que a empresa simplesmente pegou os “limitados” apps para iOS e os relançou para OS X, entre outras muitas coisas.
iWork (Pages) para iOS e OS X
Sim, é verdade. A Apple deu um passo para trás. Ela retirou vários recursos dos novos aplicativos para OS X propositadamente. A explicação para isso é simples.
Antes da chegada do iPhone e do iPad, a Apple só precisava se preocupar com seus apps em uma única plataforma: OS X. Hoje, a coisa mudou bastante. Além do OS X, temos o iOS. Hoje, para a empresa, é mais importante que você comece a editar um arquivo no seu Mac e possa, sem nenhuma dificuldade, terminar essa edição no iPad/iPhone/iPod touch — ou até em um computador qualquer (rodando inclusive o Windows), através do iWork para iCloud, acessível pelo site iCloud.com. Essa é a prioridade da Apple.
Por mais que o iOS seja uma variação do OS X e utilize as mesmas bases fundamentais de desenvolvimento, ele ainda não conta com todas as possibilidades encontradas no sistema operacional desktop da Apple. A empresa poderia muito bem ter mantido todos os recursos que cortou do Pages, do Numbers e do Keynote, mas isso traria uma outra enorme dor de cabeça para usuários, já que não seria mais trabalhar num mesmo arquivo em plataformas diferentes.
Todos esses novos aplicativos estão sendo oferecidos de graça pela Apple para quem comprou um Mac a partir de 1º de outubro ou um iGadget a partir de 1º de setembro. Falando especificamente dos aplicativos para OS X, a Apple manteve as antigas versões do Pages, do Numbers e do Keynote instaladas na máquina de usuários que fizeram a atualização justamente por pensar que algumas pessoas podem querer ter acesso a esses recursos que foram retirados dos novos aplicativos. Quem optar por utilizar as antigas versões, porém, precisa saber que esses arquivos deverão ser trabalhado apenas no Mac, nesses aplicativos antigos — nada de compatibilidade com iOS e web.
Suíte iWork em todos os dispositivos
A Apple não é maluca, apenas está disposta a fazer um sacrifício a curto prazo para que possa criar uma fundação, uma base igual para todas as plataformas nas quais o iWork é oferecido. Não é fácil tomar uma decisão dessas e tenho certeza de que, se a Apple tivesse optado por manter os recursos — sacrificando a compatibilidade —, teríamos tantas ou mais pessoas reclamando. Pode demorar (o que será penoso para usuários profissionais que necessitam desses recursos), mas não tenho dúvidas de que, em algum momento, essas importantes funções serão trazidas de volta.

iOS


iconPages

USD 9.99 | 265.7 MB | requer o iOS 7.0 ou superior.
Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch.
Desenvolvedor(a): Apple.
Badge / botão grande - Disponível na App StoreCódigo QR Código QR

iconNumbers

USD 9.99 | 233.7 MB | requer o iOS 7.0 ou superior.
Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch.
Desenvolvedor(a): Apple.
Badge / botão grande - Disponível na App StoreCódigo QR Código QR

iconKeynote

USD 9.99 | 463 MB | requer o iOS 7.0 ou superior.
Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch.
Desenvolvedor(a): Apple.
Badge / botão grande - Disponível na App StoreCódigo QR Código QR

OS X


iconPages

USD 19.99 | 290.3 MB | requer o OS X 10.9 ou superior.
Compatível com Macs.
Desenvolvedor(a): Apple.
Badge / botão grande – Disponível na Mac App StoreCódigo QR Código QR

iconNumbers

USD 19.99 | 190 MB | requer o OS X 10.9 ou superior.
Compatível com Macs.
Desenvolvedor(a): Apple.
Badge / botão grande – Disponível na Mac App StoreCódigo QR Código QR



iconKeynote

USD 19.99 | 443.8 MB | requer o OS X 10.9 ou superior.
Compatível com Macs.
Desenvolvedor(a): Apple.
Badge / botão grande – Disponível na Mac App StoreCódigo QR Código QR

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Veja um teste com o iPhone 5s funcionando com a rede 4G no Brasil

Velocidade 4G
Já falamos bastante aqui da compatibilidade dos novos iPhones com a rede brasileira brasileira, inclusive com a lista de países que vendem o modelo que funciona aqui no país. Agora, mostraremos um teste feito com um iPhone compatível conectado à rede 4G na cidade de São Paulo. O vídeo foi feito pelos nossos parceiros do Loop Infinito.
O 4G no Brasil ainda é um recurso polêmico. Ele está disponível em poucas capitais atualmente e o preço e a franquia de dados ainda são um grande limitador. Por isso mesmo, o ainda reduzido número de usuários causa a ilusão de que a velocidade é enorme, característica esta que certamente diminuirá quando a rede se massificar e aumentar o número de usuários ativos. As atuais taxas de download são altas até para padrões europeus e está se fazendo muito marketing em cima disso, para atrair clientes.
Seja como for, é muito bom que os novos iPhones e iPads serão compatíveis com a mesma frequência brasileira, para quando a tecnologia finalmente se consolidar, nossos aparelhos já estejam prontos.
A seguir, confira o vídeo que mostra o teste de conexão em São Paulo, com um modelo australiano do iPhone 5s:


Não é rumor: Inauguração da Apple Store do Rio pode atrasar por falta de pessoal qualificado

Apple no Rio
Parece repetição de uma notícia que demos em primeira mão há exatamente 7 meses, mas infelizmente não é. A Apple continua com uma dificuldade enorme em encontrar empregados qualificados para trabalharem em sua loja do Rio, o que pode atrasar ainda mais a grande inauguração. O Blog do iPhone obteve informações internas que vão ao encontro com alguns boatos divulgados nesta segunda-feira.
O site americano 9to5mac divulgou que a loja brasileira poderia ser inaugurada só em março de 2014 e que a Apple estaria preparando funcionários americanos para passarem um semestre no Rio para ajudar nas vendas e ensinar os brasileiros o “jeito Apple” de vender.
Isso vai ao encontro com as informações que recebemos em outubro, que afirmam que a Apple ainda está procurando intensamente profissionais mais qualificados para a nova loja. Foi inclusive cogitada a ideia de se fazer anúncios em revistas direcionadas ao público da Maçã, mas a verba atual da empresa para ações de marketing para a loja está bastante limitada.
As razões para isso nós já discutimos no outro artigo: muitas exigências para um salário que talvez não atraia bons profissionais. A maioria dos candidatos ou não conhece nada da Apple ou então não fala inglês fluentemente, dois requisitos que a empresa não abre mão. Ao mesmo tempo, está cada vez mais difícil arranjar bons vendedores no Brasil e quem trabalha no varejo sabe disso.
Com isso, a notícia de que a abertura seria adiada para março faz todo o sentido. Mesmo que a Apple nunca tenha confirmado nenhuma data oficial, alguns sites apostavam na data do dia 7 de dezembro. Com isso, o lançamento do iPhone 5s/5c no país (que todos acreditavam que aconteceria junto com a inauguração da loja), fica com data ainda indefinida. Pode acontecer antes ou depois.

domingo, 27 de outubro de 2013

Apple oferece de graça o OS X Server para desenvolvedores

OS X Server
Notícia boa para os desenvolvedores. Devido à integração com o Xcode, a Apple está oferecendo códigos promocionais da versão Server do OS X Mavericks para todos os desenvolvedores cadastrados.
Com o OS X Server 3.0, desenvolvedores podem criar scripts que automatizam o processo de construção, análise, testes e arquivamento de aplicativos sendo desenvolvidos, devido à integração com o Xcode 5. Por isso, a Apple pretende promover a função disponibilizando a versão Server de graça para os desenvolvedores.
Para aproveitar o presente, os desenvolvedores deverão se conectar ao portal da Apple e procurar, na área de downloads, o botão para conseguir um código promocional pessoal e baixar direto na Mac App Store. E o interessante é que não é necessário ser cadastrado como desenvolvedor de Mac, visto que o download está disponível também para desenvolvedores de iOS.
Código Promocional
Para quem não é desenvolvedor, pode comprar a versão Server (que é um complemento do Mavericks) direto na Mac App Store por $19,99.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Evento especial: iPad Air e segunda geração do iPad mini são lançados

Tim Cook voltou ao palco para falar de iPads, começando pela trajetória do tablet, que só tem 3 anos de vida.
iPad Air
A Apple acreditou desde o começo em sua visão e hoje já são quase 180 milhões de iPads vendidos, com um market share *em uso* de 81%, contra 19% de toda a concorrência — eles podem vender mais, porém as pessoas usam muito mais seus iPads e é assim que a Apple sabe que está fazendo um bom produto. Outro exemplo? O iPad é o primeiro em rankings de satisfação de consumidores, desde sempre. Já são 475 mil apps criados especificamente para iPads — ninguém chega nem perto disso. E não é só a quantidade, mas principalmente a qualidade de boa parte desses apps que faz a diferença.
Um breve video mostrou como as pessoas usam iPads hoje: restaurantes, escolas, bombeiros, hospitais, arte, música, vídeo, empresas, turismo e por aí vai. Para ajudar ainda mais essas pessoas na utilização de um bom tablet, novas versões do iPad foram lançadas, começando pelo iPad… Air!
O modelo de 9,7 polegadas agora conta com o visual do iPad mini, com molduras 43% menores que as anteriores. Ele também está mais fino — de lado, ele cai de 9,4mm para 7,5mm de espessura, 20% mais fino que antes —, mais leve e mais poderoso do que nunca. A experiência de segurá-lo, por exemplo, é bem melhor e diferente do que antes, levando em conta que ele é o tablet mais leve do mundo (nesta categoria de tamanho, é claro).
Dentro temos um chip A7, o mesmo do iPhone 5s. São 64 bits com mais de 1 bilhão de transistores, e o coprocessador de movimento M7. A performance de CPU é 2x maior, junto de gráficos — do primeiro iPad até hoje, o ganho de performance é 8x maior; já em gráficos, o salto foi incrível: 72x mais! Ele renderiza gráficos mais rápido, é melhor para abrir arquivos pesados/complexos, entre outras muitas melhorias, como Wi-Fi com tecnologia MIMO (até 2x mais rápido que antes mas ainda 802.11n), mais suporte a redes 4G LTE, câmeras melhoradas, dois microfones, melhor iluminação do display, as mesmas 10 horas de bateria de sempre, etc.
Nada de dourado, porém. As cores do iPad Air são cinza espacial e prateado. O novo modelo chega para substituir o iPad de quarta geração, começando nos mesmos US$500 (Wi-Fi) e US$630 (Wi-Fi + Cellular) — nos Estados Unidos, é claro. Curiosamente, o Highlander o iPad 2 continuará sendo comercializado pela Apple.
Diferentemente das outras novidades anunciadas hoje, o iPad Air não será disponibilizado hoje — sua venda começará no dia 1º de novembro, numa lista imensa de países que, infelizmente, não inclui o Brasil.
Agora vamos ao novo iPad mini!
iPad mini com tela Retina
Sim, ele finalmente ganhou uma tela Retina, com a mesmíssima resolução do iPad Air — para isso, contudo, ele teve que ficar um pouco mais pesado (0,23 gramas no modelo Wi-Fi e 0,29 gramas no Wi-Fi + Cellular) e espesso (0,3cm de diferença).
São 2048×1536 pixels em 7,9 polegadas, o que obviamente deixa a tela muito mais nítida e bela. Assim como seu irmão maior, o iPad mini vem com o chip A7 — um salto e tanto se compararmos com a primeira geração, equipada com um A5. O legal é que mesmo com todas essas novidades, a bateria continua com as 10 horas de duração.
Mas as novidades do mini não param por aí: ele também conta com Wi-Fi com MIMO mais rápido, 4G LTE expandido e câmeras melhoradas, ou seja, um iPad Air numa carcaça/tela de 9,7 polegadas. As cores são as mesmas (cinza espacial e prateado) e o preço subiu um pouco — o modelo básico (Wi-Fi de 16GB) custa agora US$400 em vez de US$330. Todavia, a primeira versão do iPad mini continua à venda, agora por US$300 (Wi-Fi de 16GB) e US$430 (Wi-FI + Cellular de 16GB). Assim como no Air, o modelo de 128GB também está disponível no mini — ótimo para quem realmente precisa de espaço! :-)
A Apple não deu uma data exata para o início das vendas do mini, informando apenas que ele estará disponível em novembro.
As Smart Covers e Smart Cases foram renovadas para acomodar os novos iGadgets: as primeiras custam US$40 enquanto a segunda (que protege ainda mais o aparelho e é feita de couro), custa US$80 (Air) e US$70 (mini) — ambas possuem uma versão vermelha, do projeto (RED).

sábado, 19 de outubro de 2013

Apple decora o local onde acontecerá o evento de terça-feira



Yerba Buena
Como sempre faz alguns dias antes de seus eventos especiais, a Apple decorou o exterior do Yerba Buena Center, em San Francisco, onde apresentará os novos iPads e “cobrirá outras coisas“.
A decoração segue a mesma ideia do convite, em que “folhas da maçã” coloridas compões a imagem.
O evento terá início às 15h (horário de Brasília) desta terça 22, mas o Blog do iPhone começará a cobertura bem antes, noticiando as últimas novidades sobre o que será apresentado. Não perca!
via MacRumors

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Confirmado: Apple fará evento dos iPads no dia 22 de outubro


Evento Apple
Conforme já se esperava, a Apple enviou hoje para a imprensa americana os convites para o Evento Especial na próxima terça-feira, dia 22 de outubro, em que provavelmente apresentará os novos modelos de iPad.
No convite, podemos perceber que temos várias nuances de cores, que lembram um pouco as do iOS 7. A frase: “Ainda temos muito o que cobrir“. O que isso significa? Novos nichos de mercado? E as cores poderiam fazer alusão à tela Retina? provavelmente o “mais coisas a cobrir” também queira significar que, depois do iPhone em setembro, ainda há novidades para iPads, OS X e Macs. O evento poderá cobrir tudo isso.
A Apple ainda não confirmou nada, mas se formos nos basear nos outros lançamentos da empresa, é possível tentar adivinhar um calendário para as próximas semanas:
Dia 22 de outubro: apresentação do iPad 5 e do iPad mini 2
Dia 1 de novembro: lançamento dos novos produtos em alguns países
Você terá a cobertura completa do evento e das novidades no Blog do iPhone. Não perca!