quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Redes varejistas já estariam preparadas para a chegada do iPad ao Brasil, provavelmente no dia 3 Leia mais: Redes varejistas já estariam preparadas para a chegada do iPad ao Brasil, provavelmente no dia 3

Tanto quanto vocês, nós já estamos cansados de rumores e mais rumores sobre a chegada do iPad ao Brasil. E não adianta insistir, com a Apple: ela só se pronunciará oficialmente quando achar que é a hora certa.
Ontem a EXAME.com disse que o lançamento já estaria marcado para 2 de dezembro, com modelos custando a partir de R$1.700. Hoje, o colunista Lauro Jardim, da VEJAcorrigiu a informação: segundo ele, redes varejistas já estariam preparadas para o lançamento no dia 3, sexta-feira da semana que vem — e a data faz mais sentido, mesmo.
Steve Jobs com iPad
Conforme já fora dito, é possível que apenas os modelos Wi-Fi do iPad sejam vendidos inicialmente por aqui. A Apple ainda estaria negociando com as operadoras a comercialização dos modelos com Wi-Fi+3G, que seriam lançados no país no início de 2011.
Jardim mantém sua aposta de antes sobre o preço: a partir de R$1.800. E diz que a Apple realizará uma entrevista coletiva oficial sobre o iPad no Brasil, finalmente, dois dias antes do seu lançamento — isto é, daqui a uma semana exata. Veremos.

Créditos: MacMagazine 

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Bilionário Eike Batista se mostra interessado em trazer uma fábrica da Apple para o Brasil



Um dos rumores mais antigos do mundo Apple é o da abertura de uma montadora de produtos da companhia no Brasil. As esperanças aumentam ainda mais com a declaração de que o bilionário brasileiroEike Batista estaria interessado em acelerar este empreendimento.
Eike diz sonhar em conseguir convencer a Maçã de que ela poderia implementar sua fábrica brasileira em Porto do Açú, no litoral norte fluminense, em um terreno de 90 mil metros quadrados. O projeto custaria 1,6 bilhões de dólares e também abrigaria empresas como GE e Siemens.
Sonho em trazer montadora da Apple para a gente ter produtos sem ter que pagar o dobro do que se paga nos Estados Unidos.
Eike, como um competente homem de negócios que é, está procurando boas oportunidades de sucesso para trazer ao país e como a Apple cresce cada vez mais por aqui, seria um grande filão poder reduzir os impostos dos produtos da Maçã. Mas a empresa de Steve Jobs seria apenas uma opção entre várias; se não der certo, ele já está de olho em tentar trazer uma fábrica da BMW para o mesmo local.
Alguns sites internacionais destacam que um ponto a favor seriam os constantes problemas que a Apple estaria tendo com suas fábricas na China, onde os preços começam a aumentar por causa do número de suicídios que aconteceram este ano. Daí a lógica de se procurar outro país para montar uma fábrica.
Mas sonhar e conseguir nem sempre é a mesma coisa, mesmo para quem é o 8º homem mais rico do mundo. Segundo uma conversa que o Blog do iPhone teve recentemente com um executivo da Apple, uma fábrica e até mesmo uma loja física em território brasileiro pode ser um sonho distante. “O Brasil não está ainda no topo da lista de prioridades da empresa“, afirma.
Os custos de produção praticados na China (resultado de condições deploráveis de trabalho) são incompatíveis com o nível brasileiro, o que não faria do Brasil uma boa opção neste sentido. Vários outros países na Ásia seriam mais econômicos de se produzir iPhones e iPods, e no mundo de negócios, o que manda é o lucro, até por uma questão de sobrevivência.
Sem falar que não teríamos exatamente uma “fábrica” e sim uma montadora, que precisaria ainda importar todas as peças fabricadas no oriente. Em termos de transporte, escolher países daquela região faz ainda mais sentido.
Por tudo isso, a notícia sobre Eike pode, mais uma vez, não resultar em nada para os fãs da Apple no Brasil. Só nos resta sonhar e até mesmo torcer para que ele realmente consiga avanços em suas negociações, apesar de que é bom não criar muitas expectativas, pelo menos não a curto e médio prazo.
Créditos ao Blog do Iphone

domingo, 7 de novembro de 2010

Aplicativo brasileiro photodream para iOS permite que você brinque com suas fotos e as compartilhe online Leia mais:

Aplicativo brasileiro photodream para iOS permite que você brinque com suas fotos e as compartilhe online

Já vi alguns aplicativos deste tipo para iPhones/iPods touch, mas me surpreendi bastante quando descobri que a nossa dica de hoje, o photodream, é desenvolvido por uma firma brasileira — a Hint App.

O photodream permite que você edite/brinque com suas fotos nos gadgets da Apple e depois as salve localmente ou compartilhe com quem quiser, via email ou através de redes sociais.

Com ele é possível rotacionar, re-enquadrar e cortar imagens, bem como alterar suas tonalidades e o mais bacana: adicionar elementos engraçadinhos, como óculos, chapéus, colares e afins. Ele já vem com alguns à sua disposição, mas é possível baixar novos pacotes gratuitamente.

O photodream requer o firmware 3.0 ou superior e custa US$2 na App Store [3,8MB]. Se preferir, você pode baixar uma versão Lite dele, gratuita, antes de bater o martelo.

Promoção-relâmpago: concorra a 8 promo codes do photodream!
Mais uma vez, realizaremos esta promoção exclusivamente no nosso Fórum. Para ganhar um código promocional do photodream, basta ser um dos 8 primeiros a gritar “Eu quero!” neste tópico dedicado à promoção.


Caso você seja um dos ganhadores e não saiba como resgatar o seu promo code, confira esta vídeo-aula sobre iTunes Gift Cards — o processo é exatamente o mesmo. E, depois de baixar ou comprar este aplicativo, *não esqueça* de apoiar a iniciativa nacional e escrever uma avaliação sobre ele na App Store.


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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Site explode versão antiga do Macbook Air com dinamite

Por causa do lançamento do novo notebook, Crazy Cow Productions resolveu dar fim em um modelo antigo do Air

A IDIOTICE não podia ser maior. Por conta do lançamento do novíssimo Macbook Air dois imbecis americanos "da gema" (e só podia ser), resolveram detonar um explosivo bem em cima do teclado do então modelo "antigo" do portátil.

Eu sinceramente não sei até que ponto um simples lançamento pode fazer com que um equipamento possa se tornar tão obsoleto da noite para o dia, a ponto de ser explodido.

A maluquice pode ser vista no vídeo a seguir. Haja estupidez.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Primeiras impressões: Macworld testa o MacBook Air de 11,6"

Primeiras impressões: testamos o MacBook Air de 11,6"

Confira, em ação, alguns recursos do novo aparelho, que foi anunciado recentemente pela Apple e já esta à venda no Brasil





O evento “Back to the Mac”, realizado ontem, 20/10, nos EUA, foi uma espécie de furacão. A quantidade de novidades reveladas pela Apple foi impressionante: uma amostra do novo sistema OS X, uma nova loja de aplicativos para Mac, anúncio do beta público do FaceTime para Mac e de dois novos modelos do portátil MacBook Air (já à venda no Brasil).
É muita coisa para se processar em apenas um dia. Por isso, vamos começar conhecendo um pouco mais do novo Air de 11 polegadas, o menor notebook da companhia, desde os dias do PowerBook de 12 polegadas.
O PowerBook de 12” já era bastante portátil. Mas o novo Air de 11 polegadas deixa esse sistema comendo poeira, sendo mais fino e com metade do peso, 2,08kg, contra 1,04 kg.
Basta dizer que há um novo notebook Mac que reina supremo como o menor de todos. Mas como é o desempenho desse novo compacto? Veja abaixo os primeiros testes que realizamos com o novo e ultrafino Air de 11 polegadas. Nas próximas semanas teremos um review completo, com os resultados do pacote de testes Speedmark.
Características físicas
Fora de contexto você não notaria muita diferença no novo Air. É um notebook moderno da Apple, com corpo em monobloco de alumínio e logo branco da “maçã”. Mas pense que esse aparelho não é muito maior que um iPad. A maior diferença estética entre o Air e a maioria dos outros modelos de notebooks atuais da Apple é a falta da cobertura completa de vidro e o canto preto na tela dos MacBook Pros; em vez disso, é uma versão prata da linha branca do MacBook. Em outras palavras, o mesmo visual presente desde o início da família Air.
Os modelos originais do Air tinham suas portas escondidas atrás de uma porta flip-down; mas isso acaba com o design mais enxuto dos novos modelos do Air. E, em vez de apenas uma entrada USB, agora temos duas (2.0), sendo uma de cada lado. Na lateral esquerda do novo modelo de 11” há uma porta de energia MagSafe, ao lado do USBm e uma entrada de fone de ouvido do outro lado.

macbookair01.jpg
Cada vez mais portátil: parte mais fina do novo Air tem cerca de 3 mm, contra 1,7cm da mais grossa
Um ponto negativo é que o modelo de 11” não possui leitor de cartão SD, presente apenas em seu "irmão maior", de 13 polegadas. Os novos Airs irão detectar e usar o microfone que vem junto com seus fones de ouvido (outros modelos de MacBook já faziam isso, mas não o Air).  Próximo à porta USB do lado direito do aparelho há uma Mini DisplayPort. O notebook suporta telas externas com resoluções de até 2560x1600 pixels.
Quanto à tela de 11,6 polegadas em si, ela é um modelo de LED-backlit com 1366 pixels horizontais e 768 na vertical. Em outras palavras, é a versão com aspect ratio 16:9 (proporção de tela) de uma tela de 1024x768 pixels.  E isso é realmente um pouco apertado.
Além disso, lembre-se que essa nova tela está colocando todos esses pixels em um espaço de monitor de 11,6 polegadas. Isso significa que ela possui uma resolução de cerca de 135 pixels por polegada (ppi), comparável ao iPad ou as opções de alta resolução  oferecidas em alguns modelos do MacBook Pro. E muito mais do que você encontra em um iMac de 27 polegadas (com 109 ppi) ou em um MacBook (113 ppi). Como a interface do Mac OS X não possui resolução independente, o resultado é que tudo na tela do Air parece um pouco menor do que na maioria dos outros Macs.
O teclado do novo Air felizmente continua igual ao do seu modelo anterior, do MacBook, do MacBook Pro e até mesmo aos modelos USB e Bluetooth de teclados externos da Apple. Ou seja, com tamanho completo e do mesmo jeito que você os conhece. A companhia de Steve Jobs agiu de maneira correta ao não comprometer o espaço do teclado, como em muitos netbooks atuais.
O que a Apple fez é reduzir os espaços ao redor do teclado, para tirar um pouco da largura do notebook. Isso também diminuiu a altura das teclas da primeira fileira (as teclas de funções, mais a barra de espaço e o novo botão de energia, que agora se parece com uma tecla normal e está localizado no canto superior direito do teclado). E a iluminação backlighting das teclas faz parte do passado.
A grande mudança, ao menos em comparação aos modelos anteriores do Air, é que as novas versões da linha finalmente adaptaram a tecnologia de trackpad de vidro, que foi adicionada aos MacBook Pro há dois anos. E ela parece e funciona exatamente como você esperaria. Apesar de o Air possuir apenas cerca de 3 mm de altura na borda que contém o trackpad, ele ainda permite usar essa superfície sem problemas.
Finalmente, um dos principais problemas do modelo anterior do Air era o seu único alto-falante mono colocado abaixo do lado direito do teclado. A boa notícia é que o novo aparelho possui alto-falantes estéreo.  Eles não vão vencer nenhum prêmio ou coisa do tipo, mas o som é infinitamente superior em comparação ao seu antecessor.
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Steve Jobs apresenta novo Air durante evento "Back to the Mac", realizado ontem, 20/10, nos EUA
Velocidade e outros recursos
Após  algumas horas usando o MacBook Air de 11 polegadas, é difícil fazer julgamentos sobre o quão rápido ele realmente é. Podemos dizer que apesar de o modelo testado ser equipado com um processador Core 2 Duo de 1.4GHz, da Intel, o notebook teve uma ótima resposta. O fato é que tarefas básicas como navegar na web e escrever não irão sobrecarregar nenhum processador moderno. A adição da placa gráfica GeForce 320M, da Nvidia, certamente ajuda as coisas a andarem.
Os principais resultados precisarão esperar pelos testes do Macworld Lab. Mas se você está impaciente por mais informações, é bom saber disso: o Air provavelmente será muito mais lento do que outros sistemas Mac. Se você quiser editar vídeos ou várias faixas de áudio nesse pequeno computador, irá enfrentar problemas de velocidade. Essa é apenas uma das concessões  que é preciso fazer quando se muda para um notebook pequeno, e elas são ainda maiores com o ultrafino Air de 11 polegadas.
Fiz alguns testes para assistir a vídeos nesse Air – um típico e grande problema da linha. Consegui realizar streaming de um episódio do seriado “Terriers”, a partir do serviço Hulu, sem qualquer tipo de problema. O capítulo foi reproduzido sem acelerar e “derrubar” alguns frames (um típico sinal de um MacBook Air superaquecido e lutando para funcionar no passado).
O novo Air definitivamente esquentou enquanto assistia ao clipe, e seu cooler entrou em cena – apesar de que, honestamente, foi preciso quase colocar o ouvido na traseira do aparelho para conseguir realmente escutar o barulho. Além disso, reproduzir vídeo H.264 foi algo muito mais suave do que nos modelos anteriores do Air – e de novo, isso provavelmente se deve a presença da já citada placa gráfica da Nvidia.
A Apple tem falado muito sobre o fato de esses novos MacBook Airs possuírem tecnologia “instant on”. Ainda não tive a chance de realizar muitos testes sobre isso, mas parece que o que a companhia tem falado é sobre o novo modo de economia de energia.
Após ficar adormecido por um tempo, o notebook muda para modo standby de “supereconomia de energia” que permite à bateria durar por até 30 dias. E, segundo a empresa, quando você abre o aparelho de novo, ele não te mostra uma barra de carregamento – em vez disso, ele volta a funcionar diretamente.
A nova linha do Air já está disponível para venda no Brasil com os seguintes preços: modelo de tela de 11,6 polegadas e 64 GB (3.199 reais); 11,6'' e 128 GB de armazenamento (3.799 reais); 13'' e 128 GB (4.599 reais) e 13'' com 256 GB de armazenamento (5.699 reais).

Créditos e agradecimentos: Macworld

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Relatórios revelam que Apple tem grandes planos para o Brasil já no lançamento do iPhone 4


A notícia parece boa demais para ser verdade, mas o Blog do iPhone teve acesso a fontes confiáveis que garantem que a Apple pretende aproveitar o lançamento do iPhone 4 no Brasil para começar uma onda de investimentos no país sem precedentes. Nos planos, abertura da primeira iTunes Store da América do Sul, além de lojas físicas próprias (as famosas Apple Stores).
O investimento inicial, na casa dos 50 milhões de reais, seria destinado também à área de marketing e de tecnologia (teremos enfim direito à assistência técnica oficial de iPhones?).
O lançamento nacional do mais novo produto da maçã (o iPhone 4) deverá marcar a mudança de atitude da Apple Brasil, que historicamente sempre foi de “fraca atuação”. Com o evento (que contará com a parceria das operadoras), a sede brasileira pretende dar início à expansão de seus negócios no país.
A empresa já estaria fechando vários acordos com as gravadoras para a venda de músicas em território brasileiro. Além disso, uma iTunes Store no país significaria a disponibilização de cartões de presentes (gift cards) e finalmente a venda de aplicativos em moeda nacional (atualmente tudo é em dólar) na App Store, inclusive com facilidades no pagamento como o uso de cartões de créditos nacionais e até mesmo boleto bancário.
Não seria a primeira noticia do tipo a circular levantando grandes projetos da Apple em relação a nosso país. Em abril deste ano, alguns relatórios afirmavam que a empresa já estudou várias vezes a possibilidade de abertura de uma fábrica na região de Jundiaí, São Paulo. Se isso se concretizar, poderemos contar com vários benefícios, inclusive com a queda de preços de todos os produtos Apple vendidos no Brasil.
Ainda é muito cedo para colocar a mão no fogo sobre tudo isso, mas as expectativas são animadoras. :)




Agradecimentos ao Blog do Iphone. Sem essa turma não teríamos tantas matérias excelentes com o esta!