sexta-feira, 12 de agosto de 2011

iTableous é uma mesa gigante em forma de iPhone 4 branco que vira um home theater


Tentativas de criar mesas em forma de iPhone até já foram imaginadas (como neste fake), mas é a primeira vez que alguém resolve colocar a mão na massa e construir uma realmente funcional.
iTableous é o projeto de um alemão, que construiu sozinho toda a mesa usando diversos materiais e peças eletrônicas. E o que impressiona são os detalhes.
Com 1,18 m de comprimento e 59 cm de largura, a mesa é um enorme aparelho que integra um computador e uma tela de 40 polegadas. Ele usou circuitos e processadores “alternativos” para construir a parte interativa do “brinquedo”, podendo rodar tanto o Windows 7 como uma versão doMac OS X (hachintosh). Mas nada disso impede que ele conecte seu PlayStation 3 na tela.
O iTableous na prática é um computador com 4GB de RAM, 500GB de espaço em disco, drive de DVD, uma câmera de 5.7 megapixel, faz gravações de vídeo em 720p e ainda possui saídas USB e HDMI, um conector de 30-pinos para carregar o iPhone, além de conexão Wi-Fi e bluetooth.
Aliás, ele se preocupou com os mínimos detalhes, tentando fazer com que cada botão do “iPhone” tivesse uma funcionalidade. O botão de volume, por exemplo, serve mesmo para o volume, mas ele é girado ao invés de apertado. A “entrada do fone de ouvido” acabou virando a saída do ventilador, que também pode ser regulado por um dos botões de volume.
Através de um sistema de inclinação, a mesa vira uma grande tela, onde é possível (com a ajuda de um teclado sem fio) visualizar filmes, jogos ou simplesmente o sistema, como um grande computador.
Há vários outros detalhes (como o “flash fotográfico” do iPhone feita com uma lâmpada) que poder ser melhor conferidos através do vídeo que ele fez:
O criador diz que este foi um projeto pessoal e não pretende fazer outros modelos como este, até porque dá um trabalho enorme. Mas sem dúvida, é uma bela peça de colecionador. :)

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

[rumor] E se o novo iPhone 5 viesse com o mesmo design, porém mais fino?


Quanto mais perto chegamos do mês de setembro, mais rumores sobre produtos da Apple aparecem na internet. Essa semana, os sites que costumam divulgar tudo que é tipo de boato ficaram em frenesi, pois os rumores se desmentiram uns aos outros.
Entre todos eles, o mais interessante foi o de uma suposta foto vazada de uma operadora francesa, mostrando o que seria o futuro iPhone 5. A imagem apareceu no fórum do site americanoMacRumors.
Vários indícios nos fazem crer que é mais uma foto falsa. Até porque, se houvesse um real vazamento de uma operadora francesa, os primeiros a publicarem seriam os blogs franceses (e digo isso com conhecimento de causa) e não um americano. Neste aspecto, francês é mais bairrista que gaúcho.
Porém, a imagem (mesmo sendo fake) serve para nos fazer imaginar como seria um iPhone com a mesma aparência externa, mas ainda mais fino. É difícil entender como a Apple conseguiria atingir este feito, visto que já reduziu tudo o que podia com o iPhone 4. Se ela conseguir, será mais uma “mágica” do excelente Jonathan Ive.
Seja como for, o melhor mesmo é esperar até o mês que vem para sabermos oficialmente como será o novo aparelho. Antes disso, tudo não passará de rumores…

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Agradecimentos e créditos ao Blog do Iphone.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Governo do Amazonas quer complicar a implementação de fábrica de iPads no Brasil


Eis uma notícia preocupante que pode colocar em risco os planos da Apple e da Foxconn de implementar uma fábrica de iPads no Brasil. O governo do Estado do Amazonas entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4635) no STF para tentar suspender todas as leis e decretos paulistas que estabelecem incentivos fiscais à produção de tablets, peça chave para a vinda da produção da Apple para o nosso país.
Uma das condições que a Foxconn e a Apple deram para o início da produção de iPads no Brasil foi o incentivo fiscal que o governo se propôs a dar aos tablets fabricados no país (leia “Apple se mostra interessada no incentivo fiscal que o governo brasileiro quer dar aos tablets“). Com isso, o governo de São Paulo rapidamente se agilizou para reduzir também sua carga tributária, afim de atrair os fabricantes.
Mas o governador do Amazonas, Omar Abdel Aziz, não gostou nada de ver que as fábricas não serão no seu Estado e está entrando com o pedido de inconstitucionalidade contra os paulistas. Para ele, os incentivos fiscais colocam em risco a Zona Franca de Manaus, pois estabelecem uma competição desigual entre os produtos fabricados em Manaus e aqueles fabricados e comercializados em São Paulo.
Apesar de se estar atacando o conjunto normativo de outra unidade da Federação, pretende-se, na verdade, a preservação dos interesses relativos à manutenção das características de área de livre comércio, exportação e importação e de incentivos fiscais conferidos pelos artigos 40 e 92 do ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) à Zona Franca de Manaus. (…) A criação de incentivos fiscais no Estado de São Paulo sem observância dos preceitos constitucionais gera uma “competição fiscal institucional” em relação ao Estado do Amazonas e seu pólo industrial, “distorcendo o espírito da Constituição no que respeita às desigualdades regionais, especialmente relacionados à Região Norte e o projeto de desenvolvimento sustentável denominado Zona Franca de Manaus.
Segundo informações recebidas pelo Blog do iPhone ainda em abril, Manaus tentou entrar na briga pela fábrica brasileira, mas não teve chances frente aos fortes incentivos fiscais de São Paulo. Enquanto que em Manaus os fabricantes devem pagar 12% de impostos, em território paulista, com a nova política de isenção, é 0%.
Para Aziz, a redução de impostos na fábrica de Jundiaí (e em todo o estado de São Paulo) é inconstitucional porque afronta os artigos 40 e 92 do ADCT, que asseguram especial proteção à Zona Franca e também os artigos 152 e 155,  parágrafo 2º, XII, ‘g’, da Constituição, que veda a criação de diferença de tratamento tributário e exige celebração de convênios entre os estados para sua concessão.
A discussão é séria e, aparentemente, tem grandes chances do Amazonas conseguir uma liminar, impedindo que São Paulo dê incentivos fiscais aos fabricantes. Se isso acontecer, adeus fábrica de iPads no Brasil e adeus redução de preços. Pelo menos a curto prazo.

terça-feira, 26 de julho de 2011

CEO Steve Ballmer admite que Windows Phone é pequeno. Só agora ele percebeu???


São Paulo – Durante a conferência para parceiros da Microsoft, o CEO Steve Ballmer admitiu que o sistema operacional para smartphones da empresa é ainda muito pequeno se comparado à concorrência.
Segundo informações do Telegraph, Ballmer teria brincado dizendo que, em um ano, o Windows Phone 7 foi de “muito pequeno a... muito pequeno”.

Com apenas 1% do mercado dos Estados Unidos, as vendas de aparelhos com o SO não foram o cerne do discurso de Ballmer, que preferiu focar no futuro. Em especial, o CEO ressaltou a parceria com a Nokia, o sucesso do Xbox e de seu sensor de movimentos, o Kinect, que deve ganhar transmissão de TV ao vivo ainda este ano. Outros pontos destacados foram o Bing, a parceria com o Facebook e a recente compra do Skype.
O discurso foi feito durante o Microsoft Worldwide Partner Conference, evento para celebrar as realizações do mais de 640 mil parceiros mundiais da empresa e que acontece em Los Angeles entre 10 e 14 de julho.
Diante de 15 mil pessoas, Ballmer focou seus agradecimentos no sucesso do Windows 7, o sistema operacional de venda mais rápida da história – foram 400 milhões de licenças em menos de dois anos. Para o futuro da empresa, e do próprio Windows 8, em desenvolvimento, o CEO ressaltou a importância de migrar os usuários.
O discurso foi endossado pela Vice-presidente Tami Reller, também CFO para o Windows e Windows Live, que lembrou que, hoje, ainda há mais de 200 milhões de PCs rodando o XP, sistema operacional lançado em 2001. 

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Você sabia que é possível transferir todos os contatos do chip telefônico para o iPhone?


Talvez seja a primeira dúvida que surge a todo o novo proprietário de um iPhone: como importar os antigos números de telefone do cartão SIM (chip) para o aparelho?
Pois é muito mais fácil que muitos pensam, existindo uma função no sistema especialmente para isso. :)
Primeiro de tudo, é preciso cortar o chip tradicional que você usava no outro celular, caso você tenha adquirido o iPhone 4 ou um modelo mais moderno. Isso porque a Apple adotou o padrão micro-SIM, que é de menor tamanho.
Se você já fez isso e o está usando no aparelho, vá até o aplicativo Ajustes, no menu Mail, Contatos, Calendários.
Descendo a página, você verá um botão que permite justamente fazer a importação dos contatos existentes no SIM (chip).
A partir do iOS 5, ele ainda pergunta se você não quer importar para o iCloud, fazendo assim a sincronização com todos os seus aparelhos.
Pronto, agora você tem todos os seus antigos contatos no seu iPhone. :)
Quer fazer o contrário e colocar seus contatos do iPhone no chip? Não dá. Isso porque a intenção da Apple é quebrar o antigo paradigma de guardar suas informações no chip. Se pararmos para pensar, é muito mais lógico salvar tudo no computador ou na internet e depois sincronizar com todos os dispositivos que quisermos. Isso evita, inclusive, que você perca todos os seus contatos em caso de roubo o perda. O jeito “moderno” só nos traz vantagens. ;)
A seção “Você Sabia” é dedicada a todos os leitores iniciantes no mundo iPhone. Para ver os artigos anteriores, não deixe de visitar este link.
"Gracias", Blog do Iphone.

Explosão de dados: Total de bytes no mundo dobra a cada 2 anos

Relatório da IDC prevê que o crescimento vai desafiar empresas, profissionais e prestadores de serviço; papel da nuvem será fundamental.

A quantidade de dados produzida e replicada dobra a cada dois anos em todo o mundo, o que traz novos desafios para os gestores de TI, aponta um estudo recente.
Até o fim de 2011, a previsão é que 1,8 zetabyte (ou 1,8 trilhão de gigabytes) de dados tenha sido criado e replicado, segundo a quinta edição do estudo IDC Digital Universe, patrocinado pela fabricante de equipamentos de armazenamento de dados EMC.
Nesse ritmo, segundo o relatório, a "explosão de dados" - que é como o estudo se refere a essa rápida expansão - vai ultrapassar de longe a Lei de Moore. Formulada pelo cofundador da Intel Gordon Moore, ela estabelece que o número de transistores em um chip dobra a cada dois anos, resultando em chips menores.
O estudo afirma que 1,8 zetabyte equivale a 57,5 bilhões de tablets iPad de 32 GB – uma quantidade de aparelhos suficiente para reconstruir a Grande Muralha da China com o dobro da altura da original.
Essa explosão de dados tem custado às empresas até 4 trilhões de dólares desde 2005, segundo o estudo - intitulado, este ano, de “Extracting Value from Chaos” (“Extraindo valor do caos”, em tradução livre).
Esses investimentos foram aplicados em serviços de nuvem, hardware, software e profissionais.
Desafio
O crescimento “colossal” em geração de dados, afirma o relatório, tem apresentado uma desafio para os departamentos de TI que, ao longo desta década, serão responsáveis por pelo menos 10 vezes o número de servidores virtuais e físicos e 50 vezes a quantidade de informação gerenciada.
O IDC afirma que “o ferramental, a experiência e os recursos para gerenciar o dilúvio de dados simplesmente não acompanham todas as áreas de crescimento”. Em 2020, os departamentos de TI terão de lidar com 150% mais profissionais de TI para serem capazes de gerenciar a explosão de dados.
Mesmo assim, para todo desafio há oportunidades.
“O volume caótico de informação que continua a crescer de forma implacável apresenta uma quantidade infinita de potenciais transformações sociais, tecnológicas, científicas e econômicas, todas capazes de impulsionar oportunidades”, avalia Jeremy Burton, principal executivo de marketing da EMC.
Nuvem
Uma dessas áreas de oportunidade é a computação em nuvem. A IDC estima que, em 2015, aproximadamente 20% da informação será, de alguma forma, “tocada” pela cloud computing., ou que alguma parte da informação seja, de alguma forma, armazenada e processada em um ambiente de nuvem. Até 10% da informação será mantida na nuvem.
O relatório afirma que a computação em nuvem – seja pública, privada ou híbrida – possa dar às empresas a economia de escala, agilidade e flexibilidade para gerenciar o crescimento de dados. “No longo prazo, esta será uma ferramenta chave para lidar com a complexidade do universo digital”, conclui o relatório.
Créditos ao IDGNow