sábado, 21 de abril de 2012

[review] Conheça a Apple TV e veja como ela funciona no Brasil


Em sua biografia, Steve Jobs revelou que descobriu uma maneira de transformar a televisão que conhecemos hoje em algo melhor e mais interativo. Isso é coisa para o futuro, mas enquanto a Apple trabalha nisso, temos hoje a Apple TV, um pequeno acessório para os aparelhos de TV atuais para permitir que eles se conectem na internet e tragam, de forma prática e simples, conteúdo de entretenimento para nossa sala de estar.
Mas como ela funciona? Quais as reais vantagens de tê-la? Vale a pena comprá-la? É isso que tentaremos abordar neste artigo.

Caixinha mágica

A Apple TV nada mais é que uma pequena caixinha quadrada que mede menos de 10cm de largura e que cabe na palma da mão, transformando a sua TV no centro de entretenimento da casa. Com ela, você pode alugar filmes na iTunes Store, apresentar fotos e escutar músicas presentes no seu computador, iPhone, iPod touch, iPad ou de outros serviços como Youtube, Vimeo e Netflix. Se você tem um iPad 2 ou iPhone 4S, pode também jogar e usar aplicativos na televisão sem o uso de nenhum fio, aproveitando o espelhamento total da tela. Enfim, um acessório que integra a sua TV ao seu mundo digital.

Não é para qualquer TV

É importante salientar, desde o início, que ela não é para qualquer TV. Para começar, o único cabo compatível é o HDMI, o que significa que se sua televisão não for “moderna”, não terá como conectá-la. A experiência de usá-la em uma TV de 32 polegadas ou mais também é bem melhor, apesar de não ser algo indispensável.

Central de entretenimento

A Apple TV faz a conexão entre sua TV e seus gadgets, facilitando muito mais o acesso do seu conteúdo digital para toda a família. É ideal para mostrar fotos para amigos, assistir filmes ou até jogar em grupo.
Ela roda o sistema iOS, o mesmo do iPad, iPhone e iPod touch. Porém, mesmo usando o iOS, não é possível rodar aplicativos da App Store nela e a interface visual é completamente diferente. Talvez no futuro isso mude.
O bom de ter o mesmo sistema é que ela herda também a acessibilidade do iOS, tão elogiada por usuários com necessidades especiais.
A seguir, os principais usos cotidianos dela:

♦ Acessar o conteúdo multimídia do computador na TV

Para visualizar o conteúdo do seu computador na TV, sem o uso de nenhum fio, é o programaiTunes quem faz a conexão entre o PC e a Apple TV. A parte ruim disso é que só o que é compatível com o programa da Apple é que poderá ser enviado para a TV, como vídeos e filmes em formato QuickTime. Se você tem algum vídeo baixado na internet ou convertido em outro formato que não abra no iTunes, você terá que fazer a conversão primeiro. Há como burlar isso através do jailbreak da Apple TV, mas neste artigo nos limitaremos apenas às funções do aparelho “como ele sai da caixa“.
É muito prático poder ouvir as músicas de sua biblioteca musical na TV da sala, mesmo com o computador lá no quarto, tudo isso sem fios.
Além de filmes e músicas, você também pode mostrar sua biblioteca de fotos na TV, sem precisar ficar gravando em DVDs ou pendrives. Basta acessar o menu com as fotos que você quer e… pronto. Ele também mostra as imagens do iCloud presentes no Compartilhamento de Fotos, aquelas que você tira no iPhone ou iPad e já vai para a nuvem.

♦ Acessar o conteúdo multimídia do iPad, iPhone e iPod touch na TV

Para usuários de dispositivos iOS, a Apple TV é bem prática, pois permite escutar músicas ou ver fotos e vídeos presentes no iPhone ou iPad direto na TV. E isso com todas as gerações que rodem o iOS 4 ou posterior, com o AirPlay.
Além disso, quem tem o iPad 2 e o iPhone 4S ainda pode fazer o espelhamento na TV, ou seja, visualiza tudo o que aparece no gadget, diferentemente do AirPlay que só permite visualizar vídeos, fotos e músicas e não os outros aplicativos.

♦ iTunes Match

Se você assinou o serviço iTunes Match, que deixa na nuvem toda a sua biblioteca musical, saiba que poderá acessá-la na TV, sem nem precisar de computador. A Apple TV se conecta diretamente ao serviço, através da internet.

♦ Netflix

Outro grande ponto forte da Apple TV é o serviço Netflix, que disponibiliza centenas de filmes completos, dublados em português ou já com legendas. É praticamente um canal de televisão em que você escolhe o filme quer assistir, a hora que desejar. O único problema é que o acervo é do tipo “Sessão da Tarde”, com títulos mais antigos. Mas isso também é um ponto a favor para quem gosta de rever antigos sucessos, como De Volta para o Futuro, Uma Linda Mulher e Curtindo a Vida Adoidado.
O Netflix é um serviço pago (R$14,99 por mês), mas o primeiro mês é grátis para quem quiser testar.

♦ iTunes Store

Para quem quiser filmes mais atuais, a melhor alternativa é a iTunes Store, que desde este mês já conta com conteúdo direcionado ao público nacional. E é muito fácil alugar bons filmes e assistí-los, sem precisar sair de casa. E a qualidade de imagem é excelente, em HD (720p), o que exige também uma boa conexão de internet  (mínimo de 2 mega). Testamos em uma conexão de 1 mega, e mesmo sendo ainda possível assistir a filmes alugados, eles demoram muito mais para serem transferidos, causando alguns leves travamentos durante o filme.
Na iTunes Store há conteúdo bem interessante, como o documentário sobre Ayrton Senna, ou filmes como Tropa de Elite 2 e Assalto ao Banco Central. E há filmes em promoção toda a semana, pelo preço de $0,99 o aluguel.

♦ Youtube e Vimeo

Você acompanha algum canal do Youtube pelo computador? Isso pode ficar ainda mais agradável pela TV de casa, sentado no sofá. Canais como Mistery Guitar Man, NerdOffice, Improvável ou até mesmo o do Blogdoiphone poderão ser acessados facilmente na TV, a hora que você quiser.

♦ Rádio pela internet

Você também tem a opção de selecionar entre centenas de rádios pela internet. Não são as rádios nacionais na qual você provavelmente está acostumado (e nem é possível adicionar novas rádios), mas já serve para deixar como som ambiente na casa. Elas são divididas em categorias de acordo com o estilo musical e algumas são realmente boas. Vale a pena dar uma conferida.

Custo e disponibilidade

A Apple TV pode ser comprada na Apple Online Store brasileira, por R$399 ou em 12x de R$33,25. Mas se você tiver como importar ou pedir a algum amigo ou parente em viagem para trazer dos Estados Unidos ou Europa, lá está mais barato e funciona perfeitamente no Brasil. O único problema é a tomada americana, que não é compatível com o padrão brasileiro, mas isso pode ser facilmente resolvido com um adaptador.
É preciso já ter um cabo HDMI ou comprá-lo separadamente, porque não vem na caixa original.

Comprar ou não comprar?

Bem, as características já foram apresentadas, agora cabe a cada um decidir se compra ou não. É um ótimo aparelho e sem dúvida dará vida extra à sua TV, transformando-a em uma central interativa de entretenimento. Mas, convenhamos, não é algo indispensável: ela traz vantagens legais, mas é um luxo de conforto que talvez nem todos tenham condições de se dar.
É importante frisar que o modelo atual já está há um bom tempo no mercado. Boatos afirmam que não tardará muito para que um novo modelo, mais potente, seja lançado.
Por isso, na hora de comprar, é preciso estudar bem o próprio orçamento para decidir se vale a pena se dar este presente ou esperar. Mas, dos nossos leitores que já possuem um, a maioria está bem contente com ele. A diversão é garantida. :)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Webcast #13 no Macworld - Notícias do Mundo Apple num formato pra lá de inteligente! Acompanhem conosco!

Como o material é absolutamente bem produzido por esses malucos beleza do Macworld, vamos replicar também os Webcast dessa turma aqui no Blog! Aproveitem!!





Creditos ao Macworld

Novo iPad começa a ser vendido no Uruguai e Venezuela dia 20. Nada ainda de Brasil


Por enquanto, Uruguai e Venezuela são o mais próximo que o novo iPad chegará no Brasil. Os dois países vizinhos receberão, junto com outros 10, o novo modelo de tablet da Apple na próxima semana, dia 20 de abril.
Além dos sul-americanos, o novo iPad será lançado no dia 20 em Brunei, Croácia, Chipre, Republica Dominicana, El Salvador, Coreia do Sul, Guatemala, Malásia, Panamá e St Maarten (bela ilha do Caribe que é metade francesa, metade holandesa). Na outra semana, dia 27, outros 9: Colômbia, Estônia, Índia, Israel, Latvia, Lituânia, Montenegro, África do Sul e  Tailândia.
A notícia vem logo depois que a Anatel autorizou a venda do aparelho em nosso país, provando mais uma vez que isso não é determinante para as decisões estratégicas da Apple. No ano passado, o iPad 2 começou a ser vendido no país só no final de maio.
Dica do Eduardo de Abreu, via Cult of Mac e Blog do Iphone

domingo, 8 de abril de 2012

Nokia N9 em Review. (Antes tarde do que nunca!!)


Post image for Review: Nokia N9
by HENRIQUE MARTIN on 05/12/2011
O Nokia N9 é item de colecionador, lindo, rápido, incrível e zumbi. Nada contra os mortos-vivos, claro.
Não vou me alongar aqui sobre o fato de o N9 ser o hardware e design mais interessantes (e, por que não dizer, incríveis) da Nokia nos últimos três anos (ok, teve o N900, que também era sensacional) e uma proposta de software moderna e disruptiva. Melhor definindo, “peça de colecionador”, como ouvi de uma promotora da Nokia em uma loja popular em São Paulo.
Antes do software, uma volta rápida pelo hardware. O N9 é construído em uma peça única de policarbonato (aqui, em preto, mas a Nokia resolveu vender o aparelho por aqui também em azul e magenta, após reclamações iniciais), do mesmo modo que seu irmão Lumia 800, movido a Windows Phone e que chega ao mercado brasileiro em meados de 2012. Fone de ouvido 3,5 mm e duas portas enigmáticas no topo do aparelho:
Ao pressionar a “bolinha” à esquerda, a tampa do conector microUSB se levanta (e grita “não olha feio que vou quebrar logo“, no único ponto fraco do desenho do N9). E basta mover levemente a peça ao lado para a esquerda e soltar o slot para o microSIM.

Sim, um microSIM, em um espaço que me parece caber um SIM card convencional (na falta de um, comprei um chip pré-pago e cortei com uma ferramenta adequada).
À direita, os únicos botões do N9: controle de volume e trava da tela. O resto é direto na tela de 3,9″ (854 x 480 pixels) feita em vidro curvado.
Abaixo fica o alto-falante, e atrás (imagem que abre este post), a câmera de 8 megapixels.
Além do design incrível, o N9 propõe um novo paradigma em software.
O sistema operacional MeeGo usa um novo padrão de interface diferente de tudo existente no mercado (iOS, Android, Windows Phone) com o conceito do Swipe: você arrasta para alternar entre aplicativos, telas e menus. Nada de tela inicial customizável, nada de widgets bobinhos, nada de pastas. E usar o N9 por alguns dias vai fazer você querer “virar” as telas de um iPhone ou Android.
São três telas principais: o menu de aplicativos (uma grande lista), os aplicativos abertos…
E uma tela de atualizações de status/notificações (previsão do tempo, mensagens e redes sociais). No menu principal (imagem à direita), um toque na parte superior da tela mostra o perfil de som, volume e as redes disponíveis. Quer um wallpaper? Só na tela de bloqueio do aparelho (e a questão da ausência de botões é tão interessantes que não é preciso pressionar o botão lateral para destravar o dispositivo em descanso: basta dar dois toques no vidro e o N9 “acorda”).
O processador (TI OMAP Cortex A8, 1 GHz) permite deixar inúmeros e inúmeros apps abertos ao mesmo tempo. Qualquer coisa, é só pressionar a tela multitarefa e fechar o que quiser. Fiquei com mais de 20 apps abertos e zero mudança ou travamentos no N9.
O desempenho da bateria é impressionante também: em um dia (8 horas) de uso intenso de rede (música, 3G, Wi-Fi, e-mail, ligações, Twitter, Facebook, Internet, SMS, mais música), o N9 chegou em casa com 51% de bateria (e quase 20 MB de dados consumidos para download). O aparelho tem recursos de gerenciamento de redes (se tem Wi-Fi, conecta sozinho) e de economia de energia bastante integrados e interessantes. Ah sim, o teclado e a interface do produto estão em português do Brasil (incluindo acentos!)
Quando falei em mortos-vivos no início deste review, me referi ao MeeGo e seu ecossistema. É mais que conhecido o fato de a Nokia já ter dito que o N9 se encaixa no padrão de aparelhos “disruptivos“, para pensar o futuro – sob esse ponto de vista, é uma boa visão do amanhã. No ponto de vista prático, o N9 é filho órfão do projeto MeeGo (criado em parceria com a Intel) – nada de planos anunciados para futuros aparelhos, somente atualizações pontuais do sistema (minha versão de testes estava com a mais recente, PR 1.1, mas a PR 1.2 está a caminho).
Oferta de aplicativos? Sim, um monte, incluindo o kit básico dos apps para qualquer smartphone: e-mail, Twitter, Facebook, Foursquare, Navegador, Angry Birds (com restrições – mais sobre logo abaixo) e o melhor despertador que a Nokia já fez (esse é meu fetiche nos Nokia:só não passei meu N900 para a frente porque é um excelente alarme para acordar. No N9, ele vibra conforme o toque e vai aumentando o volume aos poucos – e para ativar a soneca, basta virar a tela para baixo).
De qualquer modo, com apoio ou não ao sistema operacional, a oferta de apps é razoável para o N9. Tem alguns joguinhos (vem com o já citado Angry Birds e ainda com Galaxy On Fire 2, Need for Speed Shift e Real Golf 2011 instalados), gerais (gatos falantes, editores de imagem básicos, rádios online etc) e, curiosamente, alguns apps em português (dicionários, sites de notícias, religiosos). Só tive problemas ao rodar o Foursquare (que não deu login de jeito nenhum).
Na parte de diversão e multimídia, o N9 é rei. Tem um excelente tocador de música com uma interface que finalmente extermina aqueles CDs para os álbuns sem capa. Falta apenas um equalizador, apesar de a Nokia dizer que usa tecnologia Dolby para reprodução de som.
E o player de vídeo rodou direto arquivos AVI e MKV (incluindo 720p) – só travou em um MKV 720p de 1,5 GB (provavelmente por conta da conversão do arquivo). O player nativo não reconheceu de cara todos os vídeos, porém: para abrir alguns, foi preciso baixar um app para gerenciamento de arquivos (File Manager) e abrir direto (só não funcionou com vídeos MP4 exportados via iMovie, por sinal). Depois, os vídeos apareceram no player.
A câmera do N9 trouxe resultados mistos. Faz boas imagens à luz do dia  bons vídeos em 720p, mas não gostei do gerenciamento de foco (principalmente no modo macro – é preciso segurar o disparador para fazer o foco, e até o testador se dar conta disso, o post já estava no ar!) e do modo noturno sem flash. Imagem reduzida a 660 pixels…
e seu detalhe a 100% – pouco ruído, um monte de detalhes…
Curiosidade: nas configurações da câmera, existe a possibilidade de inserir o nome do autor da foto para os dados EXIF. Primeira vez que vejo isso em uma câmera. Tem um monte de fotos tiradas com o N9 emset no Flickr.
E vídeos feitos com o N9 (que podem ser enviados direto para o YouTube, por sinal):
(um oferecimento CASA ZTOP)
O navegador do Nokia N9, baseado em HTML5, não oferece grandes novidades em relação ao navegador do N900. Renderiza rápido páginas, marca seus sites mais acessados na tela inicial, mexe um pouco com as fontes e perdeu o suporte ao Adobe Flash (e o buscador padrão é o Google). E dá para marcar favoritos na tela inicial do site.
Finalmente, o NFC. Sem utilidade prática para brasileiros hoje, o N9 vem com o recurso habilitado para troca rápida de arquivos/contatos/pagamentos, e um aplicativo pronto para isso: Angry Birds Magic – que é diferente do Angry Birds original, pelo menos nos cenários.
Então, fica a dica essencial: se você comprar um N9, já ligue o aparelho na loja para desbloquear os demais níveis via NFC… ou vai ficar com 5 níveis apenas.
Como um bom smartphone moderno, o N9 também permite compartilhar a conexão 3G via Wi-Fi com outros dispositivos.
Outros itens de destaque no N9:
- tem um aplicativo decente para gerenciamento PC e Mac, o Link. Se quiser, também dá para usar via armazenamento de massa USB para transferir dados.
- apesar de sincronizar e-mails com o Google, não encontrei uma opção de sincronizar calendário e contatos (buuu)
- a incrível integração do sistema com Google Talk e Skype (já ocorria no N900): defina seu status nas Contas do N9 e faça chats via Gtalk e ligações Skype nativos do aparelho, sem precisar abrir o app (Gtalk fica nas notificações, Skype, no discador). Bônus track: chat do Facebook também presente.
- além da loja de apps, tem a loja de música (e venda de canções avulsas). O serviço de mapas é o Nokia Mapas (me pareceu igual), mas não usei o serviço de Dirigir (com navegação ponto a ponto).
- para o mundo “office”: o N9 abre formatos .doc, .docx, .xls, .xlsx, .ppt, .pptx, .odt, .ods, .odp, .pdf.
- qualidades de ligação: boas, tanto via celular quanto via Skype.
Pergunta do milhão: eu compraria um N9?
Como dono de um N900, posso dizer que o N9 é a evolução natural (e excelente) da plataforma Maemo/Meego. Como dono de um iPhone e de um Android, posso dizer que o N9 faz tudo o que os outros fazem, mas faltam aqueles pequenos detalhes (leia-se apps únicos e diferentes) que fazem diferença (Instagram, por exemplo) – e um maior comprometimento da Nokia com a plataforma “alternativa”.
Pelo design apenas, o N9 é distinto de todo o resto de “fones sabonete” que infestam os smartphones desde a chegada do iPhone original (está mais para monolito), e esse fator, somado ao incrível e diferente (exótico?) sistema operacional MeeGo, aumentam bastante meu interesse em gastar meus suados reais em um aparelho desses.
Mas já aprendi a lição uma vez com o N900: era incrível, mas ficou para trás, e esse é meu grande temor com o N9 – e por isso prefiro esperar pelo Lumia 800 (quase o mesmo design, OS com grande expectativa de crescimento).
De qualquer modo – com ou sem futuro, zumbi ou não – o N9 aponta para o que a Nokia poderia ter sido (um N9 lançado três anos atrás causaria um impacto enorme), mas também para o que a Nokia pode ser no futuro.
Se você é fã do grande hardware da Nokia e se sentiu órfão do Symbian, mas não quer adotar o Windows Phone, o N9 é sua escolha natural – sendo um colecionador ou não. Eu prefiro esperar pelo futuro.
Resumo: Nokia N9
O que é isso? Smartphone com sistema operacional Meego 1.2 “Harmattan”
O que é legal? Interface diferenciada com Swipe, faz bons vídeos em HD, excelente duração da bateria.
O que é imoral? Câmera sem muito controle de foco para macro, sem equalizador, sistema podeficar desatualizado
O que mais? Design impecável, boa reprodução de vídeo.
Avaliação: 7,9 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 1.699 (versão de 16 GB)
Onde encontrar: Nokia

Fonte: Ztop