quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Comissão aprova isenção de ICMS nas vendas de produtos para estrangeiros. Brasil, o país da piada Pronta!



Como se não bastassem os hospitais caindo aos pedaços e em falta até de curativos para os atendimentos...
Como se não bastassem os medicamentos a preços astronômicos e sem benefícios para os mais pobres...
Como se não bastassem a falta de leitos, médicos e condições mínimas de atendimento..

No país da piada pronta, estrangeiros de passagem terão mais do Estado que nós.

Desculpem o "off topic" no blog, mas a indignação não me permite o silêncio..




A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara Federal aprovou em 7/8/2013 o Projeto de Lei Complementar 185/12, do deputado Milton Monti (PR-SP), que prevê a não incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) quando houver a venda, no mercado interno, de mercadoria para pessoas físicas estrangeiras. Essas pessoas físicas devem comprovar a saída da mercadoria ou do produto para o exterior.
Segundo a Agência Câmara Notícias, o projeto altera a Lei Kandir (Lei Complementar 87/96), que já prevê o ressarcimento do ICMS devido por empresas em operações com produtos primários, semielaborados e serviços destinados ao mercado externo.
O parecer do relator, deputado Ronaldo Zulke (PT-RS), foi favorável à proposta. Ele destaca que a medida beneficiará principalmente as vendas realizadas aos turistas que visitam o Brasil.
“Como o dispositivo faz referência a mercadorias adquiridas no mercado interno por pessoa física estrangeira, torna-se claro que será necessário que essas pessoas físicas venham ao País para adquirir as mercadorias e aqui comprovem a intenção de destiná-las ao exterior, ou seja, majoritariamente turistas estrangeiros”, explica. “A proposta é meritória, tendo em vista a realização dos eventos esportivos em 2014 e 2016”, complementa.
Pela proposta, os estados e o Distrito Federal firmarão convênio, no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), para regulamentar a aplicação da não incidência do imposto no prazo de até 90 dias após a publicação da lei.
O projeto será analisado agora pelas Comissões de Finanças e Tributação; de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.

Fonte: Assessoria de Comunicação do IBPT



terça-feira, 13 de agosto de 2013

Analista sugere possibilidade de o suposto iPhone 5C ser lançado sem o recurso Siri

Imagem: tested.com

Um dos grandes pontos de interrogação em torno do provável  iPhone 5C - ( suposto nome  para o novo aparelho destinado supostamente a mercados emergentes) é como a Apple vai impedir que o telefone de baixo custo canibalize as vendas dos iPhones 5 e 5S .
Uma possibilidade seria a de realmente limitar as vendas do 5C para os mercados emergentes . Apple poderia torná-lo disponível na Índia e na China, onde o preço é uma barreira muito maior para aquisição iPhone, e retê-lo na América do Norte e Europa. Isso faria sentido, mas é extremamente improvável que isso realmente aconteça
Analista Gene Munster tem outra teoria, apesar de um tanto quanto improvável: que o modelo  5C vai omitir uma característica fundamental de iPhones presente geração: Siri .

Na minha opinião, seria uma aposta um tanto quanto dificil, já que há vários mercados importantes em que a função até o momento sequer chegou oficialmente e que são sem dúvida, gigantes de consumo (nosso esquecido Brasil, por exemplo)
Além disso, acreditamos que a Apple pode excluir alguns recursos de software, como o Siri, o que notamos não era uma opção no iPhone 3GS ou iPhone 4 em cima do lançamento ... 

Apple lançará programa especial para troca de carrregadores USB. EUA e China serão os primeiros.




Na semana passada, a Apple informou que, em breve, dará o pontapé inicial para um programa de troca de carregadores US de terceiros (leia-se Falsificados) em suas lojas de varejo ou revendedores autorizados. O programa permitirá que qualquer pessoa com um adaptador de energia USB não oficial para dispositivos iOS troque esse adaptador para uma unidade original Apple a um preço com desconto de US $ 10 dólares. O programa vem em resposta a um par de situações controversas em que as pessoas na China supostamente passaram ou ficaram feridas devido a, adaptadores de carga falsificados com defeito


O programa começará oficialmente nos Estados Unidos no dia 16 de agosto, já tendo se iniciado na China, no dia 09 de agosto. A Apple inicialmente especificou que os programas serão apoiados nos Estados Unidos e na China, mas não mencionou qualquer outro país.


Ao longo dos últimos dias, a Apple atualizou sua página de suporte para o programa de troca dos carregadores USB e puderam se notar algumas outras regiões cobertas e seus correspondentes preços de desconto: Austrália (US $ 14 AUD), Canadá (US $ 11 CAD), França (10 € ), Alemanha (10 €), Japão (¥ 1.000) e Reino Unido (10 €).
Nos Estados Unidos o programa vai começar no dia 16 de agosto e em cada um destes países adicionais e terminam em 18 de outubro.


Entendemos, também, que cada loja de varejo da Apple vai ter pelo menos um dispositivo iOS 'Genius' na equipe em todos os momentos para realizar as trocas para os clientes. Lojas já receberam materiais de treinamento para aprender a aplicar os descontos.

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

WSJ publica o que (quase) todos nós imaginávamos: Novo iPad 5 terá a aparência de um grande iPad Mini.


Imagem: nexcesscdn.net
Imagem: nexcesscdn.net
O  WSJ (Wall Stree Journal) parece ter confirmado o que todos nós estávamos esperando: o próximo iPad será essencialmente uma escala maior do atual iPad Mini .
A mesma tecnologia de painel de toque que fez o mini iPad fino e leve, provavelmente, será apresentada no  próximo iPad, que atualmente está sendo produzido por fornecedores asiáticos da Apple Inc. 's, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.
Comentários já diziam que o esperado iPad 5 teria  o mesmo design de moldura fina como o atual ipad Mini e agora o WSJ confirma relatos de que ele também vai usar o mesmo painel de toque baseado em filme, substituindo os painéis de toque de vidro usados ​​em iPads atuais de tamanho normal. O interruptor do vidro para camada de toque filme foi uma das formas que tornou a Apple capaz de reduzir a espessura e o peso do Mini iPad, e demonstrou a sua capacidade de superar a principal desvantagem de painéis de toque em vidro. 

A camada sensível ao toque fica em cima da tela de vidro. Tradicionalmente, os painéis de toque de vidro eram a solução high-end como painéis de filme tendiam a bloquear mais a transmissão de luz, com maior escurecimento da tela. Com o iPad Mini, a Apple foi capaz de demonstrar que uma exposição clara, brilhante foi possível através de um painel de toque do filme, abrindo o caminho para o uso da mesma tecnologia no iPad em tamanho real.

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Imagem que ilustra a construção de um painel de toque de película à base de (ecnmag.com)

O 9to5MAC já postou imagens do que seria a placa traseira de um iPad 5, mostrando algo que parece em cada centímetro uma versão maior do projeto iPad Mini, com uma coloração em preto e ardósia, revestimento fino, bordas chanfradas, e uma menor pegada global.
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Agora, pessoal é esperar e conhecer o novo tablet, provavelmente, dia 10!!
Via 9to5mac

AllThingsD: Apple poderá apresentar um novo iPhone em evento no dia 10 de setembro

iOS 7 para iPhone
Não nos cansamos de repetir uma frase aqui que, até hoje, nunca foi desmentida: “Rumor divulgado pelo AllThingsD tem peso de notícia confirmada“.  O site americano (um braço do Wall Street Journal) sempre teve fortes relações com a Apple e muitos dizem que é usado pela maçã para antecipar notícias da empresa. Já foi assim em outros anos e, geralmente, consideramos como algo que tem grandes chances de acontecer.
Neste sábado, a manchete da notícia é forte e não deixa margens para dúvidas: “Circule o dia 10 de setembro no seu calendário para o grande evento da Apple sobre iPhone“.
O artigo afirma que no dia 10 de setembro a Apple irá realizar um de seus eventos especiais para apresentar a próxima geração do iPhone.
A data, caso confirmada, seguiria o cronograma tradicional da empresa desde o iPhone 4S, com um evento na primeira quinzena de setembro e o aparelho chegando ao mercado 10 dias depois. Com isso, poderíamos esperar o lançamento do iOS 7 para o dia 18 de setembro e o do novo iPhone no dia 20. Isso nos Estados Unidos e meia dúzia de países; no Brasil, os novos aparelhos geralmente chegam apenas em dezembro.
Acredita-se que o próximo iPhone não deva mudar muito externamente, mantendo basicamente o mesmo design. Não se sabe se a Apple irá mesmo apresentar uma versão de plástico para países emergentes (ou para a China), mas se for, o anúncio provavelmente seria feito neste dia.
Você acompanhará, como sempre, a cobertura completa em português no Blog do iPhone. ;)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

App Store: há 5 anos, se iniciava uma revolução no mundo dos celulares

App Store 5 anos
10 de julho de 2008. Exatamente neste dia, começava a funcionar no Brasil e no resto do mundo a então nova App Store, a loja de aplicativos da Apple. O dia é de fundamental importância, pois começava ali uma grande mudança no mercado mobile, que se tornaria uma tendência em todas as marcas. Conheça um pouco a história e como tudo aconteceu.
O começo
O lançamento do próprio iPhone, um ano antes (2007), já tinha sido revolucionário. Afinal, era um aparelho que abolia o teclado físico e tinha uma capacidade técnica que permitia ser um pequeno computador de bolso, muito além de qualquer celular e PDA da época. Porém, toda a empolgação inicial da comunidade de programadores virou decepção ao se descobrir que não seria possível instalar aplicativos no aparelho. Todo aquele potencial desperdiçado seria limitado a apenas 16 apps nativos que vinham no sistema, nada mais. Nem jogos tinha.
Em 2007, o foco da Apple não era aplicativos nativos e sim permitir que se rodasse webapps, aplicativos de internet que funcionavam no navegador. Naquela época, todos diziam que este era o futuro (há!).
Esta posição fechada criou um efeito colateral: toda uma comunidade de programadores e desenvolvedores buscou maneiras de penetrar no sistema do iPhone e permitir que se instalasse aplicativos diferentes dos que a Apple propunha e a isso deu-se o nome de jailbreak (a quebra da prisão que era o iPhone OS). Graças a isso, era possível instalar jogos, traduzir o sistema (na época, ele não era em português) e muito mais. A pré-revolução começava marginalizada, feita por um pessoal que não se conformava de um dispositivo tão sensacional ser também tão limitado deliberadamente.
Com isso, a Apple começou a perceber que um enorme filão estava nascendo; ou ela ignorava-o ou se rendia a ele. Ela se rendeu, e em setembro de 2007 Steve Jobs finalmente anunciou que a Apple disponibilizaria um SDK (pacote de desenvolvimento) oficial para o iPhone OS. Os programadores poderiam fazer seus próprios aplicativos, de uma maneira muito fácil.
O nascimento da App Store
Com a base estruturada, a Apple então lançou a App Store, para disponibilizar os aplicativos que os desenvolvedores criavam. E na época, era algo inédito: ela oferecia toda a estrutura para o dev deixar o seu app disponível para o mundo todo, a custo “zero”. Ele não teria que se preocupar com servidores próprios ou implementar sistemas de pagamentos seguros; ela se ocuparia de tudo, só repassando o dinheiro das vendas para ele. Como “pagamento” por tudo isso (e para manter toda a estrutura), a Apple pedia 30% do que o desenvolvedor vendesse. Se o aplicativo fosse gratuito, ele não pagaria nada.
A fórmula fez muitos desenvolvedores adotarem a plataforma e criarem aplicativos, pois já na época tudo o que era relacionado ao iPhone, ia para a mídia.
Em 2008 já existiam aplicativos para celulares, mas eles eram muito básicos (geralmente em Java), sem uma forma unificada de distribuição. A empresa que quisesse vender seu aplicativo tinha que entrar em contado com cada operadora para disponibilizar na rede dela. Era realmente complicado.
O sistema da Apple também abriu espaço para um mundo novo nos aplicativos móveis: não era necessário ser uma grande empresa de software e ter uma estrutura gigante para disponibilizar sua criação. Com a forma como a Apple fez, literalmente qualquer um poderia criar seu aplicativo e disponibilizar facilmente para o mundo inteiro. Era simplesmente revolucionário.
A estreia
Assim, um dia antes do previsto (ela tinha sido anunciada para o dia 11 de julho), a App Store ficou disponível em grande parte do mundo (inclusive no Brasil), com incríveis 500 títulos disponíveis (hoje eles são bem mais, mas na época era uma quantidade incrível para um celular). O primeiro grande jogo, que se tornou um ícone da loja, foi o Super Monkey Ball, da Sega.
Só no primeiro final de semana foram baixados mais de 14 milhões de aplicativos. O Super Monkey Ball rendeu, só no primeiro mês, 3 milhões de dólares à Sega, isso já descontando os 30% da Apple. Nascia ali o interesse do resto do mercado pelo formato e pela própria App Store, deixando executivos da concorrência de cabelo em pé, pois era o novo “produto” a ser imitado.
A explosão inicial foi tão grande que já naquele momento era possível prever que o negócio de aplicativos iria ultrapassar com o tempo aquele da iTunes Store, que era outro mercado que a Apple dominava. O mundo mobile era o futuro.
O dia em que os servidores da Apple pararam
Mas a estreia não foi um mar de rosas para a Apple. No dia seguinte, juntou-se mais dois grandes lançamentos: o iPhone 3G em diversas partes do mundo, um novo serviço de sincronização, oMobile Me, e mais um novo iTunes, que era baixado por milhares de pessoas ao mesmo tempo. Isso fez com que os servidores da Apple não aguentassem, tornando-se impossível em um certo momento fazer as ativações dos novos aparelhos. O consumidor ficava na fila, comprava o novo iPhone 3G, ia para casa e não conseguia ativá-lo, porque o servidor não respondia. Até fizeram piada na época.
iBrick
Por anos, Steve Jobs lamentou aquele dia.
App Store hoje
Depois de 5 anos, a App Store ainda é a maior loja de aplicativos do mundo. As conferências de desenvolvedores (WWDC) despertam um interesse cada vez maior de profissionais da área, que a partir de 2008 contaram com plateia cheia nas apresentações. Neste ano, os ingressos se esgotaramem menos de três minutos, mostrando que a procura cresce cada vez mais.
É difícil de imaginar hoje nossos iPhones, iPods e iPads sem a possibilidade de instalar novos aplicativos. Virou padrão na indústria e as marcas que não se adaptaram, foram descontinuadas. É a parte divertida dos gadgets, que renova nossos aparelhos de tempos em tempos. Se lembrarmos que antigamente a gente comprava um telefone e ele continuava o mesmo depois de dois anos, temos uma noção de como a App Store revolucionou nossos comportamentos em relação ao celular.
A possibilidade de instalar aplicativos transformou nossos telefones em computadores de bolso, em que podemos fazer uma infinidade de coisas que antes não eram possíveis. Tanto que “telefonar” se tornou a atividade menos usada nestes aparelhos. E é importante ter em mente que foi a Apple que popularizou de maneira gigantesca isso.
É difícil dizer se o mercado de aplicativos evoluiria tanto assim se a Apple não tivesse lançado o seu modelo de loja. Mas sem dúvida, isso teria demorado uns 10 ou 15 anos a mais para acontecer. Foi aApp Store que mostrou ao mundo como se faz e acelerou todo o processo. E isso também devemos ao tio Steve Jobs.

Aplicativos da Apple como Pages, iMovie e iPhoto poderão ficar gratuitos em breve

Apps da Apple de graça
Vez ou outra um leitor nos pergunta “Por que os aplicativos da Apple nunca entram em promoção?“. Pois talvez em breve eles entrarão, de forma definitiva. O beta 3 do iOS 7 deixa escapar um dos planos futuros da Maçã: deixar seus aplicativos próprios de graça.
Quando alguém abre pela primeira vez o aplicativo da App Store, uma janela aparece, sugerindo que se instale os apps da empresa, pois já é um ótimo começo para aproveitar o aparelho. Mas no beta, esta lista aumenta, com aplicativos que hoje são pagos: iPhoto ($4,99), iMovie ($4,99), Pages ($9,99),Numbers ($9,99) e Keynote ($9,99). E a imagem não deixa dúvidas: o download é para ser gratuito.
Se for confirmada, a jogada é genial. Disponibilizar de graça grandes aplicativos como o pacote iWork (similar ao MS Office) acaba de vez com o mais forte argumento que a Microsoft tem para vender seus atuais tablets. Além disso, já disponibiliza, de cara, uma grande experiência ao usuário, que não precisará assim investir mais dinheiro inicial para aproveitar produtivamente seu aparelho.
Por enquanto, a imagem acima (comprovada por nós) é o único indício de que isso irá acontecer. Mas já é uma forte pista.
Nota: se você for desenvolvedor, estiver testando o beta do iOS 7 e se deparar com esta tela da App Store, NÃOtoque em “Download grátis“, pois como atualmente os aplicativos não são gratuitos, eles serão instalados e cobrados no seu cartão de crédito, caso você não os possua.