domingo, 8 de junho de 2014

PayPal já trabalha para incorporar suporte ao Touch ID em seus apps para o iOS 8

Desenvolvedores da PayPal estiveram em sessões da WWDC 2014 focadas no novo suporte ao sensor Touch ID de iPhones 5s no iOS 8 e já se preparam para incorporar a novidade em seus apps. As primeiras impressões indicam que a implementação, embora bastante segura, é bem simples de ser feita — o que pode indicar que não demorará muito para outros apps também serem atualizados com esse suporte. O que eu mais quero? O 1Password, é claro. ;-) [Business Insider]

Rumor: “iWatch” será lançado em outubro; Apple planeja vender até 5 milhões de unidades por mês [atualizado]

O foco da apresentação de abertura da WWDC 2014 foi software, ou seja, nós não vimos a chegada de nenhum hardware novo. O que isso quer dizer? Que o segundo semestre do ano será muito, mas muito movimentado.
Se formos pensar apenas nos lançamentos praticamente certos que ainda veremos em 2014, temos: novos iMacs — quem sabe também novos displays —, Macs mini, MacBooks Pro, iPods, iPads e iPhones. Indícios de uma nova Apple TV não faltam, então também podemos colocar o set-top box nesse bolo.
Conceito de "iWatch"
Conceito de “iWatch”.
Obviamente nem todos esses produtos merecem um evento mas, independentemente disso, tem muita coisa para ser lançada. Com isso em mente, será que temos espaço para a chegada de um produto totalmente novo como o tão desejado “iWatch” (pulseira/relógio inteligente da Apple)?Segundo Yuichiro Kanematsu, do Nikkei Asian Review, sim.
De acordo com ele, o novo produto da Apple chegará ao mercado em outubro deste ano, rodará o iOS, terá uma tela curva OLED (organic light-emitting diode) e, é claro, coletará muitos tipos de informações de usuários como níveis de consumo de calorias, atividade do sono, de glicose no sangue, de oxigênio no sangue, entre outros — provavelmente tudo aquilo que o app Health mostra em sua primeira versão. Ainda de acordo Kanematsu, o gadget permitirá que usuários leiam as mensagens enviadas por smartphones diretamente por ele.
O “iWatch” seria fruto de parcerias da Apple com hospitais de alto padrão como Mayo Clinic (de Minnesota) e Cleveland Clinic (de Ohio), os quais colaboraram no desenvolvimento de novas formas para analisar e gerenciar todas essas informações coletadas pelo produto. Além dos hospitais, a Nike também estaria desempenhando um papel importante nisso tudo — os serviços de ambas seriam integrados já na primeira versão do iWatch.
Conforme sabemos, a Nike já deixou claro que sairá do mercado de hardwares/gadgets vestíveis e se concentrará apenas no desenvolvimento da sua plataforma — que pode ser incorporada e utilizada por inúmeros produtos de terceiros, incluindo o “iWatch”.
A Apple estaria bem confiante com o lançamento do novo iGadget. A prova disso seria a estimativa de vendas do dispositivo: de 3 a 5 milhões de unidades por mês — número que ultrapassa o total de vendas mundiais de pulseiras/relógios inteligentes em 2013.
Veremos se Kanematsu está certo.
[via MacRumors]
ATUALIZAÇÃO, POR RAFAEL 

segunda-feira, 31 de março de 2014

Com base em supostos desenhos técnicos vazados, o “iPhone 6” poderá ser mais ou menos assim [atualizado: supostas imagens vazadas]

Há alguns dias, o site japonês MACお宝鑑定団のBlog publicou supostos desenhos técnicos dos aguardados — segundo rumores recentes — novos iPhones de 4,7 e 5,5 (ou 5,7?) polegadas.
Desenho técnico do iPhone 6?
Com base nisso, o já famoso designer Martin Hajek foi convocado pelo site francês NWE para transformar os desenhos em mockups 3D realísticos, a fim de termos uma melhor noção de como poderão ser esses aparelhos.
A coisa saiu assim:
Mockup 3D do iPhone 6
E na cor dourada:
Mockup 3D do iPhone 6
Segundo os esquemas, o modelo menor terá 137x66mm com 7mm de espessura, enquanto o maior ficaria com 157x77mm e apenas 6,7mm de espessura. Neste caso, a câmera ficaria ligeiramente para fora da carcaça como acontece no iPod touch atual.
Pena que ainda falta muito tempo para sabermos se isso tudo é quente ou não… ;-)
ATUALIZAÇÃO, POR EDUARDO MARQUES · 31/03/2014 ÀS 13:28
As imagens abaixo, de um suposto “iPhone 6” na linha de produção da Foxconn, foram postadas no Weibo (uma espécie de “Twitter chinês”):
Suposto iPhone 6 em produçãoSuposto iPhone 6 em produção
Obviamente nada disso pode ser confirmado, mas, se tudo for mesmo real, podemos ver que o futuro aparelho terá uma carcaça modificada (mais arredondada), relativamente parecida com a domockup acima.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tim Cook afirma que Apple pretende lançar novas categorias de produtos em breve

Tim Cook
Mais uma vez Tim Cook dá uma pista de que teremos novos produtos em breve. Em entrevista para o Wall Street Journal, ele afirmou que a Apple está trabalhando em algumas “coisas realmente grandiosas” em categorias que ainda não foram exploradas.
Só não disse o que era. Se era o tal de “iWatch” (produto para colocar no pulso e que interagiria com nossos iPhones e iPads) ou outra coisa que ainda nem desconfiamos. Mas por que Tim Cook está revelando isso, se eles sempre se preocuparam com o segredo antes dos lançamentos?
A resposta: preocupação em despertar o interesse dos acionistas. Nas últimas duas semanas, a Apple comprou de volta 14 bilhões de dólares em ações dela mesma, depois do valor cair 8% após a apresentação dos resultados fiscais. Apesar dos grandes lucros, os acionistas acham que a Apple não conseguirá crescer mais do que já cresceu e por isso eles não conseguiriam lucrar tanto (independentemente dos lucros recordes da empresa). Cook quer dar o recado de que a Apple trará boas surpresas e criará novos mercados para crescer ainda mais.
Esta semana, a companhia contratou um especialista no estudo do sono. Roy Raymann fundou aPhilips Sleep Experience Laboratory, e ter um profissional destes significa que a Apple está interessada em algo relacionado com a saúde humana. Ela também tinha aberto uma vaga de emprego procurando profissionais capacitados em equipamentos de monitoramento psicológico, técnicas de medição e interpretação de resultados. A função seria “desenvolver e executar estudos relacionados à exercícios cardiovasculares, taxa metabólica, queima de calorias, exercícios aeróbicos e outras medições psicológicas“. Atualmente, nenhum produto da Apple faz uso destas informações.
Curiosamente, esta vaga de emprego foi retirada do ar depois de ser divulgada pela mídia.
No ano passado, Tim Cook já tinha afirmado que “acessórios que se vestem“, como o FuelBand da Nike, estavam despertando o interesse da Apple. Com as informações que temos hoje, tudo se encaminha para um novo aparelho do tipo.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Review: iPad Air por Rafael Fischmann do Macmagazine

“Poderosamente leve” — é assim que a Apple está promovendo o iPad Air, que veio para suceder a sua linha de tablets antes conhecida simplesmente como “iPad”. Tivemos o modelo de primeira geração, o iPad 2, o iPad de terceira geração (o primeiro com tela Retina), o iPad de quarta geração e agora ganhamos uma nova nomenclatura.
iPad Air - by MacMagazine
O nome tem tudo a ver com a segunda parte do slogan: o termo “Air” foi usado pela Apple primeiro com o MacBook Air, o qual chegou para revolucionar os laptops com um design superfino e leve. Considerando esses aspectos, o iPad Air traz um avanço incrível em relação ao modelo que sucedeu. Mas a primeira parte do slogan também é muito importante, pois a Apple não quis comprometer as capacidades do seu tablet, nem o avanço tecnológico anual esperado, ao torná-lo mais portátil.
Ao contrário do que aconteceu quando escrevi o meu review do iPhone 5s, não venho aqui fazer uma análise comparando o iPad Air com a sua geração imediatamente anterior. Isso porque, até algumas semanas atrás, o meu iPad era um de terceira geração. Desta forma, quem sabe minha análise se torne ainda mais interessante, visto que o salto na experiência para mim foi um pouco maior desta vez.
Vamos lá? ;-)

Design

De uma geração pra outra, o iPad se tornou 28% mais leve e 20% mais fino. Ele pesa agora menos de 0,5kg e tem apenas 7,5mm de espessura, com um volume geral 24% menor.
iPad Air - by MacMagazine
Mas vale lembrar que não estamos falando aqui do mais portátil dos iPads. O iPad Air continua com sua tela de 9,7 polegadas (inalterada desde a terceira geração, tanto em especificações técnicas quanto em resolução), portanto é maior e (agora somente um pouco) mais pesado que o iPad mini, com sua tela de 7,9 polegadas.
O bacana é que, mesmo com uma tela grande, o iPad Air se tornou agora um dispositivo realmente confortável de ser usar na cama, no sofá ou em qualquer outro lugar onde você tenha que ficar segurando ele por bastante tempo — mesmo com apenas uma mão. Fiz questão de pegar o meu iPad de terceira geração nas mãos alguns dias depois de ter iniciado meus testes com o iPad Air e a sensação da mudança de peso foi ainda maior do que logo quando o novo chegou e segurei os dois lado a lado.
iPad Air - by MacMagazine
Em termos de espessura, nem há muito o que dizer. Creio que todos os iGadgets já chegaram a um formato tal que uma diminuição ainda maior na espessura comece até mesmo a prejudicar o seu uso — acreditem, já vi gente reclamando disso quando o primeiro iPad mini foi lançado.
Visualmente, o iPad Air seguiu exatamente o que apontavam os rumores: basicamente pegou o design do iPad mini e o adaptou para a tela maior. Agora temos uma moldura mais fina, porém sem prejuízo absolutamente nenhum no uso diário — não só pelo fato de ele estar mais fino e mais leve, mas também porque a Apple aprimorou bastante o sistema de detecção de toques indesejados do iOS. Isso realmente não será problema para ninguém.
iPad Air - by MacMagazine
Meu iPad de terceira geração era preto, então resolvi variar e peguei um iPad Air branco/prata. Talvez, se a Apple já tivesse incluído também uma versão dourada, eu teria optado por ele para colocar do lado do meu iPhone 5s gold. ;-)

Chip A7

Como foi lançado bem próximo do iPhone 5s, desta vez o iPad obteve exatamente o mesmo chip que a Apple colocou no seu smartphone: o A7 (não veio nenhum “A7X”, como alguns especulavam). E as vantagens são as mesmas: até duas vezes mais desempenho da CPU, até duas vezes mais desempenho gráfico e o primeiro processador mobile com arquitetura de 64 bits.
Desde que a Apple lançou o iOS 7, tenho reclamado um pouco do estado do sistema em iPads. Felizmente a coisa melhorou bastante até a última versão disponível, a 7.0.4, e posso dizer que no meu iPad Air ele está realmente bem bacana agora.
Para mim, a experiência de usar o iPad Air é totalmente equiparável à de usar o iPhone 5s. Tudo flui muito bem, apps abrem rapidamente, a alternação entre aplicativos é suave… Se muito, eu diria que a Apple poderia ter sido um pouco mais generosa em RAM, pois os seus 1GB não dão conta, por exemplo, de manter muitas abas abertas simultaneamente no Safari.
iPad Air - by MacMagazine
Assim como nos iPhones 5s, o chip A7 do iPad Air é acompanhado do coprocessador M7, o qual coleta constantemente dados do acelerômetro, do giroscópio e da bússola do aparelho sem impactar a bateria.

Conectividade

Ainda não foi desta vez que o iPad ganhou um chip Wi-Fi IEEE 802.11ac, mas a Apple não deixou de melhorar um pouco a capacidade wireless dele. O iPad Air agora suporta a tecnologia MIMO, prometendo velocidades até duas vezes mais rápidas com o uso de duas antenas.
iPad Air - by MacMagazine
No uso diário eu senti uma melhora de performance, sim, mas nada tão significativo assim. Essa melhora pode ter inclusive muito mais a ver com o próprio A7 do que com essa pequena mudança no chip Wi-Fi. O chip Bluetooth também continua como o de antes, versão 4.0.
Assim como todos os meus iPads anteriores, optei por uma versão Wi-Fi para o iPad Air. Isso porque meu plano de dados 3G do iPhone é bem razoável e, com ele, posso usar o Acesso Pessoal para compartilhar a internet com o iPad via Wi-Fi, a qualquer momento. Nunca senti necessidade de o meu próprio iPad poder acessar redes de telefonia celular.
Ainda assim, vale notar que os novos iPads com Wi-Fi + Cellular são agora globais e suportam inclusive a banda 7 (2.600MHz) das redes 4G brasileiras.

Bateria

Desde o iPad de primeira geração, lançado em 2010, a Apple mantém uma constante em seus tablets: uma bateria com promessa de durar 10 horas de uso contínuo.
Mesmo com todas as variações de modelos, tamanhos e gerações, a Apple tem conseguido cumprir essa promessa com êxito em todos os iPads e, com o iPad Air, não é diferente. Para falar a verdade, muitos testes indicam que a promessa dela é até conservadora, com alguns atingindo 12-13 horas de uso.
Torço para que chegue o dia em que as baterias de todos os Macs e iPhones proporcionem uma autonomia tão boa quanto. Este é, sem dúvida nenhuma, um quesito sobre o qual ninguém tem a se queixar nos iPads — e a concorrência no geral sempre come poeira.

Câmeras

Quando penso em iPhones, sempre achei a câmera iSight (traseira) mais importante que a FaceTime (frontal), pois é por ela que tiramos fotos e gravamos vídeos. A do iPhone 5s, conformedestaquei no meu review, está excelente.
iPad Air - by MacMagazine
As câmeras de iPads normalmente são um pouco inferiores às de iPhones, mas ao menos pra mim a FaceTime acaba sendo mais importante que a iSight. É bacana ter a possibilidade de fotografar/filmar com o iPad, mas é algo que eu me vi fazendo raríssimas vezes.
iPad Air - by MacMagazine
iPad Air - by MacMagazine
Fazer chamadas via FaceTime com ele, por outro lado, é muito bacana. E o iPad Air agora tem dois microfones, um na parte superior e um na traseira. Assim, a Apple garante uma melhor qualidade de áudio, visto que um é dedicado para a redução de ruídos ambientes. Por falar em áudio, também achei o alto-falante do iPad Air ligeiramente melhorado — tanto em qualidade quanto em potência.
iPad Air - by MacMagazine
Do iPad de quarta geração para o iPad Air, a Apple praticamente não mexeu nas câmeras. A iSight continua com 5 megapixels (suficiente para filmar vídeos em Full HD 1080p), enquanto a FaceTime tem 1,2 megapixel (com resolução HD).

Capacidade

Confesso que, depois de a Apple ter introduzido tardiamente a versão 128GB na linha de iPads de quarta geração, achava que quando este novo iPad chegasse ela abandonaria uma das quatro versões da linha. Mas não foi o que aconteceu.
Tanto o iPad Air quanto o iPad mini com tela Retina estão sendo vendidos com versões de 16GB, 32GB, 64GB e 128GB. Curiosamente, o iPad de quarta geração com 128GB não veio para o Brasil etudo indica que os novos também não virão.
Como o meu iPad Air veio dos Estados Unidos, tive a opção de pegar um de 128GB, mas pus os US$100 a mais na balança e optei pelo de 64GB mesmo. É claro que espaço nunca é demais, porém no meu uso normal do iPad, mesmo com muitos aplicativos instalados, os 64GB atendem muito bem. Talvez até 32GB fossem suficientes para mim — considerando, como disse acima, que não uso ele muito para tirar fotos e fazer vídeos.

Smart Cover

Não foi só o design do iPad Air em si que seguiu a linha do mini; suas Smart Covers também.
iPad Air - by MacMagazine
As famosas capas da Apple vêm agora com cores um pouco mais vivas e os ímãs laterais ficam escondidos dentro do próprio material de poliuretano, evitando desgastes e/ou manchas de que alguns usuários se queixavam anteriormente.
Como as dimensões do iPad Air mudaram em relação aos iPads de terceira e quarta gerações, evidentemente as cases antigas não são mais compatíveis com ele.
iPad Air - by MacMagazine
Antes que perguntem, acho as Smart Cases bacanas mas pessoalmente não curto a ideia de “embrulhar” o iPad todo dentro de uma capa. No meu review do iPhone 5s até citei que não uso case nenhuma com ele; no caso do iPad acho bacana pois a Smart Cover também serve de stand e, como ela só fica presa pelos ímãs na lateral, não me dá a sensação de estar escondendo todo o belo design do produto.
iPad Air - by MacMagazine
Com o iPad de terceira geração, eu usava uma Smart Cover (PRODUCT)RED, na cor vermelha. Por muito pouco não repeti a dose, mas preferi variar também e optei pela azulzinha.

Conclusão

Não sei listar exatamente os motivos, mas recentemente eu estava usando muito, muito pouco o meu iPad antigo. Pode ser coisa de “brinquedo novo”, mas nas últimas semanas tenho feito um uso bem mais constante do meu iPad Air — embora eu acredite que seja, sim, a combinação de todas as melhorias que ele me proporcionou em relação ao anterior.
Eu ainda não tive a oportunidade de testar um iPad mini com tela Retina a fundo, só mexi rapidamente em um ou outro, mas já tive bastante contato com o modelo de primeira geração. Acho o tamanho e o peso dele sensacionais, mas para o uso que eu faço do iPad — que também é profissional — eu realmente prefiro a tela maior.
iPad Air - by MacMagazine
Já cobrimos aqui no site que, apesar de os novos iPads terem as mesmas especificações técnicas,o iPad Air aparentemente possui uma tela superior e clock do seu chip A7 é ligeiramente maior. Acho válidas essas análises bem minuciosas, mas creio que dificilmente essas diferenças sejam perceptíveis no dia-a-dia.
Quem nos acompanha constantemente deve lembrar que eu mesmo apostei que os novos iPads ainda não viriam com Touch ID; dito e feito. Para mim, que já estou bem acostumado com o sensor do meu iPhone 5s, faz uma falta danada. Mas é assim mesmo, muito provavelmente daqui pro ano que vem outros iProducts começarão a incorporar a nova tecnologia.
iPad Air - by MacMagazine
O fato de o iPad mini ter praticamente pulado uma geração e já incorporado um chip A7 certamente surpreendeu a todo mundo, mas para mim a evolução do iPad maior foi mais atraente desta vez. Estou muito satisfeito com a minha compra, porém sugiro a todos experimentarem os dois antes para ver com que formato se adaptam melhor.
iPad Air será lançado amplamente no Brasil nesta sexta-feira, 6 de dezembro, mas o iPad mini com tela Retina inicialmente chegará apenas a Apple Premium Resellers (e acreditamos que também à Apple Online Store brasileira).

Agradecimentos pelo conteúdo ao Macmagazine

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nova polêmica: usuários reclamam da falta de recursos nos novos Pages, Numbers e Keynote

Não é a primeira vez e não será a última que uma atualização de software da Apple gera polêmica. Mas a verdade é que isso tem acontecido de uma forma mais intensa nos últimos anos. Primeiro, com o iMovie ’08 e, depois, com o Final Cut Pro X.
MacBook Pro com tela Retina rodando Final Cut Pro X
Em ambos os casos a Apple parou, analisou os antigos aplicativos, repensou todo o projeto e decidiu criar um novo, do zero. Quando isso acontece, inevitavelmente antigos recursos, interações e visões de como uma determinada coisa deve acontecer mudam — ou são colocadas de lado —, dando lugar a uma nova interpretação que, com o tempo, se desenvolverá e muito provavelmente atingirá um nível satisfatório novamente.
Vejamos o FCPX, por exemplo. No começo, assim que ele foi lançado (em junho de 2011), houve muita reclamação. Agora, pouco mais de dois anos depois, diversos recursos deixados de lado no lançamento já estão de volta, adequados à nova estrutura de edição de vídeos sugerida pela empresa.
Fazendo um paralelo rápido com o mundo real, é como se você olhasse para o seu quarto e entendesse que, do jeito que está, a dinâmica não funciona mais. Aí você vai e tira tudo, deixando ele totalmente vazio. Aos poucos, vai colocando de volta os móveis que você considera mais importantes — mudando muita coisa de lugar e deixando outras tantas do lado de fora. Com o passar dos dias, mais e mais coisas vão voltando para o quarto, até que você finalmente olha e se sente satisfeito com o novo posicionamento da poltrona (que agora está perto da luminária), do puff (que antes estava jogado num canto e agora está no pé da poltrona), da cama (que agora não está mais de lado e sim de frente para a TV), entre outras coisas. Só que, para que tudo ficasse assim, inevitavelmente algumas coisas tiveram que ser deixadas de lado.
Com os novos PagesNumbers e Keynote não foi diferente. Muitos usuários estão reclamando em vários tópicos do fórum de discussões da Apple (Apple Support Communities) que os apps da nova suíte iWork perderam recursos de edição considerados importantes, que a Apple deu um passo para trás, que a empresa simplesmente pegou os “limitados” apps para iOS e os relançou para OS X, entre outras muitas coisas.
iWork (Pages) para iOS e OS X
Sim, é verdade. A Apple deu um passo para trás. Ela retirou vários recursos dos novos aplicativos para OS X propositadamente. A explicação para isso é simples.
Antes da chegada do iPhone e do iPad, a Apple só precisava se preocupar com seus apps em uma única plataforma: OS X. Hoje, a coisa mudou bastante. Além do OS X, temos o iOS. Hoje, para a empresa, é mais importante que você comece a editar um arquivo no seu Mac e possa, sem nenhuma dificuldade, terminar essa edição no iPad/iPhone/iPod touch — ou até em um computador qualquer (rodando inclusive o Windows), através do iWork para iCloud, acessível pelo site iCloud.com. Essa é a prioridade da Apple.
Por mais que o iOS seja uma variação do OS X e utilize as mesmas bases fundamentais de desenvolvimento, ele ainda não conta com todas as possibilidades encontradas no sistema operacional desktop da Apple. A empresa poderia muito bem ter mantido todos os recursos que cortou do Pages, do Numbers e do Keynote, mas isso traria uma outra enorme dor de cabeça para usuários, já que não seria mais trabalhar num mesmo arquivo em plataformas diferentes.
Todos esses novos aplicativos estão sendo oferecidos de graça pela Apple para quem comprou um Mac a partir de 1º de outubro ou um iGadget a partir de 1º de setembro. Falando especificamente dos aplicativos para OS X, a Apple manteve as antigas versões do Pages, do Numbers e do Keynote instaladas na máquina de usuários que fizeram a atualização justamente por pensar que algumas pessoas podem querer ter acesso a esses recursos que foram retirados dos novos aplicativos. Quem optar por utilizar as antigas versões, porém, precisa saber que esses arquivos deverão ser trabalhado apenas no Mac, nesses aplicativos antigos — nada de compatibilidade com iOS e web.
Suíte iWork em todos os dispositivos
A Apple não é maluca, apenas está disposta a fazer um sacrifício a curto prazo para que possa criar uma fundação, uma base igual para todas as plataformas nas quais o iWork é oferecido. Não é fácil tomar uma decisão dessas e tenho certeza de que, se a Apple tivesse optado por manter os recursos — sacrificando a compatibilidade —, teríamos tantas ou mais pessoas reclamando. Pode demorar (o que será penoso para usuários profissionais que necessitam desses recursos), mas não tenho dúvidas de que, em algum momento, essas importantes funções serão trazidas de volta.

iOS


iconPages

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OS X


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USD 19.99 | 290.3 MB | requer o OS X 10.9 ou superior.
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USD 19.99 | 190 MB | requer o OS X 10.9 ou superior.
Compatível com Macs.
Desenvolvedor(a): Apple.
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Compatível com Macs.
Desenvolvedor(a): Apple.
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